quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Tai chi chuan



Em lista divulgada no início do ano pela Harvard Medical School, com as cinco melhores atividades físicas para todas as faixas etárias, uma em especial é destacada pela famosa universidade americana quando o assunto é benefícios para a terceira idade: o tai chi chuan. Considerada uma das mais importantes artes marciais chinesas, a prática incorpora movimentos lentos e relaxantes, que promovem uma maior percepção da respiração, da mente e do corpo. Não à toa, profissionais chamam o tai chi chuan de “meditação em movimento”.
— É uma arte que trabalha com o sentir, não com o reagir — explica o professor Sérgio Queiróz, que coordena a Escola de Artes Marciais Chinesas de Porto Alegre.
Por mesclar os exercícios do corpo com os da mente — e oferecer resultados surpreendentes aos praticantes — o tai chi chuan começou a despertar o interesse de estudiosos em diferentes áreas. Atualmente, um núcleo de pesquisa em Harvard se dedica exclusivamente a avaliar os benefícios da prática. Entre os resultados, concluiu que a prática ajuda a manter a densidade óssea, reduz dores decorrentes da artrite, promove a saúde do coração, reduz a hipertensão e, consequentemente, melhora a qualidade de vida.
Para o público de terceira idade, as vantagens são maiores ainda. De acordo com o médico do esporte Fábio S. Cardoso, dos exercícios de equilíbrio, o tai chi chuan provou ser o de maior sucesso na redução de quedas, que se tornam mais frequentes à medida que a idade avança. Além disso, sua prática é benéfica para dar força, resistência muscular e flexibilidade.
— Um treinamento de 12 meses em pessoas idosas provou que, tanto para homens quanto para mulheres, houve inúmeros benefícios físicos e psicológicos, como aumento da flexibilidade da coluna lombar e torácica, da força muscular das pernas, até redução da tensão, da depressão, da ansiedade e dos distúrbios de humor — diz.
Estilo de vida
Quem sentiu na pele — e na alma — os benefícios do tai chi chuan foi a aposentada Atelene Kämpf, 67 anos. Casada há mais de quatro décadas com Nestor Kämpf, de 69, ela começou a se interessar pela prática quando o marido sofreu um problema neurológico. A fisioterapeuta dele recomendou praticar a arte marcial para recuperar a movimentação do corpo. Atelene, sem pensar duas vezes, decidiu ir junto.
— Resolvemos começar a praticar, já que devido a uma cirurgia malsucedida na perna, eu também tinha problemas para manter o equilíbrio quando caminhava — relembra a aposentada.
Onze anos depois de começar a praticar a arte marcial com o professor Sérgio Queiróz, o casal comemora não só as melhoras físicas, mas, principalmente, as emocionais:
— Muito mais do que ser apenas acompanhante de meu marido, deixei a prática se tornar parte da minha vida. Reconquistei também meu equilíbrio e aprendi que o tai chi chuan não é somente um exercício, mas, também, um estilo de vida, uma maneira de viver. Ele extrapola as quatro paredes da sala de aula.
Satisfeito também com os resultados, Nestor destaca as mudanças internas que a prática trouxe para seu dia a dia:
— Durante nossa vida, nos acostumamos a estar longe de onde nosso corpo está. Aqui, aprendemos a viver o momento, a estar sempre onde o nosso corpo está.
Além de fazer aulas três vezes por semana na escola, eles realizam exercícios diariamente em casa. Garantem: para que os resultados sejam plenos, é preciso levar o tai chi chuan sempre consigo. Seja na aula, em casa ou no trabalho.
Sem impacto
De todas as artes terapêuticas, físicas e mentais, o tai chi chuan é a mais suave e fácil de ser aprendida. Seu poder de rejuvenescimento — o que foi indicado em diversos estudos — é explicado, pois a prática pode baixar a pressão sanguínea, irrigar as juntas, estimular a circulação e fortalecer o sistema imunológico. Além dos benefícios físicos, o tai chi é recomendado para aqueles que precisam desestressar, relaxar e conhecer melhor o seu corpo.
Conforme a professora da prática Malu Darcie, da Sociedade Brasileira de Tai Chi Chuan (SBTCC), a atividade ajuda a fortalecer a ideia de que corpo e alma são uma coisa só:
— Em algum momento o praticante percebe que nada é separado, o conjunto corpo e mente. Vê melhora no vigor e em suas condições físicas (equilíbrio, coordenação, alívio de dores, articulações fortalecidas), percebe sua mente bem mais calma (principalmente em momentos de crise), recupera a confiança numa escala de valores éticos elevados.
Para chegar a esse estado, as práticas são muito focadas em movimentos lentos e dinâmicos, que contam histórias e imitam animais. Cada passo é realizado sem esquecer a respiração e com o objetivo de fazer a “energia vital” fluir e equilibrar a mente. De acordo com o estudo publicado pela escola de medicina de Harvard, além do tai chi, outras quatro atividades podem ser incorporadas ao cotidiano para ficar em forma e diminuir o risco de doenças, independentemente do nível de atividade física ou idade: natação, musculação, caminhada e Kegel (exercícios de fortalecimento do músculo da pélvico).
Benefícios
— Melhoria da força, do condicionamento, da coordenação e da flexibilidade
— Melhoria da postura
— Redução da dor e da rigidez nas articulações
— Melhoria no equilíbrio e menor risco de quedas
— Sono melhorado
— Maiores consciência, calma e sensação geral de bem-estar
Longe das doenças
Quando combinado com tratamentos médicos, o tai chi chuan ajuda no tratamento de diversas enfermidades
ARTRITE: em um estudo realizado com 40 pessoas pela universidade americana Tufts, uma hora de tai chi duas vezes por semana por um período de três meses melhorou as dores, o humor e a condição física de pessoas com artrite severa no joelho. Outro estudo coreano diz que 16 semanas de prática melhoraram significantemente a flexibilidade e diminuiu o avanço da doença.
OSTEOPOROSE: estudiosos de Harvard indicaram em uma pesquisa que a prática é um seguro e efetivo meio para manter a densidade óssea em mulheres na menopausa.
CÂNCER DE MAMA: o tai chi mostrou-se eficaz para melhorar a qualidade de vida e a capacidade física em mulheres que sofrem de câncer de mama e enfrentam efeitos colaterais do tratamento. Um estudo da Universidade de Rochester constatou que a qualidade de vida, a capacidade aeróbica, a força muscular e a flexibilidade das mulheres com câncer de mama melhoraram naquelas que fizeram 12 semanas de tai chi, enquanto as que não fizeram tiveram essas habilidades pioradas.
DOENÇA CARDÍACA: relatório da Universidade Nacional de Taiwan aponta que um ano de tai chi ampliou a capacidade física, diminuiu a pressão sanguínea e melhorou os níveis de colesterol, triglicerídios e insulina nas pessoas com alto risco de doenças cardíacas. O estudo, publicado no Jornal de Medicina Alternativa, não observou as mesmas melhorias no grupo que não praticou o tai chi.
DOENÇAS RESPIRATÓRIAS: um estudo colaborativo entre o Instituto de Pesquisa de Medicina Tradicional Chinesa da Faculdade de Tainjin e o Hospital de Cirurgia de Tórax de Tianjin analisou pacientes que sofriam de bronquite crônica, asma e enfisema pulmonar. Um grupo praticou tai chi chuan e o outro foi tratado apenas com remédios. O grupo que fez as práticas teve uma melhora mais rápida em relação ao outro.
HIPERTENSÃO: em uma revisão de 26 estudos publicada no Preventive Cardiology, o médico americano Yeh relatou que em 85% dos casos o tai chi reduziu a pressão arterial.
INSÔNIA: estudo com 112 idosos saudáveis na Universidade da Califórnia, em Los Angeles, com queixas de insônia moderada, mostrou que, em 16 semanas de tai chi, houve melhora significativa da qualidade e da duração do sono.
AVC: pacientes que sofreram um AVC e foram submetidos a 12 semanas de tai chi tiveram melhora mais significativa no equilíbrio comparado a grupo submetido a um programa geral de exercícios de respiração e alongamento.
FIBROMIALGIA: a Universidade de Medicina de Maryland publicou um estudo com pessoas que sofriam de fibromialgia, submetendo-as a sessões de um programa de tai chi. Os pacientes tiveram uma melhora significativa no estado de saúde.
As informações e sugestões contidas neste blog são meramente informativas e não devem substituir consultas com médicos especialistas.

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Musicoterapia


Além de auxiliar no tratamento de algumas doenças, a terapia musical ajuda a melhorar a autoestima e a aliviar o estresse.


A musicoterapia é uma terapia que utiliza a música e seus elementos - som, melodia, harmonia e ritmo – para ajudar, por exemplo, a aliviar o estresse, reduzir a ansiedade, a depressão e a agitação em doenças diversas.
Pesquisas internacionais, por exemplo, indicam que cantar ou ouvir música pode proporcionar benefícios emocionais e comportamentais em pacientes com doenças que afetam as funções mentais como a Doença de Alzheimer. Isso porque as principais áreas cerebrais ligadas à memória musical nem sempre estão afetadas nos pacientes que têm a doença. 
A musicoterapia também pode ser utilizada no tratamento da Doença de Parkinson, com efeitos positivos na melhora da fala e caminhada; no Transtorno do Espectro Autista, aliada a outras terapias, para reduzir a sensibilidade ao toque e ao som; e para aliviar a dor em pacientes em tratamento de câncer.

Veja outros benefícios que a musicoterapia proporciona:

  • Pode aliviar a dor crônica em pacientes oncológicos
  • Melhora a autoestima
  • Promove a interação
  • Aguça os sentidos
  • Ajuda a regular a frequência cardíaca
  • Estimula a memória
  • Ajuda a reduzir a fadiga
  • Promove o relaxamento
  • Auxilia no desenvolvimento da coordenação motora
Fonte: Unimed

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SAÚDE EMOCIONAL NA LUTA CONTRA O CÂNCER DE MAMA



A mulher que sofre ou já sofreu com o câncer de mama vivencia emoções diferentes desde a descoberta da doença até a definição do tratamento e das possibilidades de cura. Cada pessoa lida com esse tipo de situação de forma única, mas, na maioria das vezes, o tratamento do câncer de mama é muito estressante e afeta a saúde emocional da mulher, podendo leva-la a desenvolver uma ansiedade ou depressão.
Dependendo do grau em que o câncer é descoberto, o tratamento pode ser menos ou mais agressivo. Em muitos casos, a mulher precisa retirar parte ou toda a mama durante a cirurgia de remoção do tumor. Além disso, por conta dos medicamentos e da quimioterapia e radioterapia, ela pode sofrer quedas de cabelo, ressecamento da pele, enfraquecimento das unhas, inchaço, aparecimento de manchas, entre outras complicações.

IMPACTO NA SAÚDE EMOCIONAL

As mudanças na aparência podem afetar bastante o emocional da paciente, principalmente daquelas que são mais jovens e planejam constituir uma família e ter filhos. As incertezas sobre o futuro e de como a doença vai afetar a vida dela dali pra frente podem ser causadores de muito estresse.
Medo, insegurança, tristeza, baixa autoestima são algumas das emoções que um câncer de mama pode trazer para a vida da paciente. Lidar com esses sentimentos nem sempre é tarefa fácil e pode demandar um tratamento multidisciplinar, incluindo profissionais de saúde mental, como psicólogos e psiquiatras.
As psicoterapias e outros tratamentos que ajudam a equilibrar corpo e mente, como meditação, arteterapia, reiki e musicoterapia, contribuem para que o tratamento do câncer de mama tenha mais aderência e também para que a mulher resgate sua autoestima e qualidade de vida.
Fonte: Marcela Assef
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Tiempo de fortalecer nuestra salud y ayudar

“Resulta muy beneficioso hacer un recuento personal, a nivel de proyectar nuestra propia vida, con salud, con armonía”, afirman desde la Asociación Sos Vida de Lucha contra el Cáncer, que sugiere a la musicoterapia como estrategia, e invita al voluntariado.


Al comenzar un nuevo año, es tiempo de ilusiones, esperanzas y proyectos. Con base en eso siempre es importante tener presente qué hacer con nosotros mismos así como ayudar a los demás.
Acerca del tema conversamos con la presidenta de la Asociación Sos Vida de Lucha contra el cáncer, Lic. Mirian Jacket Diarte, quien resalta: “En ese qué hacer con nosotros mismos, importa entender y ayudarnos entre todos, con el tema de revisar nuestra salud emocional, física, mental, espiritual. Resulta muy beneficioso hacer un recuento personal, y a nivel de proyectar nuestra propia vida, con salud, con armonía”.
Remarca que “en Sos vida, a través de la musicoterapia buscamos que el apoyo sea agradable, alegre, y amoroso”.
Explica que ello es posible gracias a la música. “La musicoterapia consiste en cambiar el estado de ánimo de las personas, de los pacientes, a través de la música, ya sea haciéndoles partícipes de una manera activa, o llevándoles nosotros la música”.
Remarca la entrevistada que “se ven maravillas en los pacientes, incluso aquellos que están en fase muy avanzada de la enfermedad; existen testimonios muy hermosos y enriquecedores al respecto”.
La musicoterapia –subraya– ayuda a disminuir el dolor, porque hace que la persona cambie su actitud, deje de enfocarse solo en el problema, en la enfermedad, y desee participar cantando.
La alegría genera ese cambio y hace que el dolor disminuya y muchas veces se vaya.
El grupo de Sos Vida está integrado por personas que forman una orquesta, con cantos y bailes.
En ese sentido agrega Mirian que resulta muy importante el servicio de voluntariado.
“Es bueno que exista gente que se quiera involucrar. Desde Sos vida queremos incentivar experiencias de voluntariado hacia los pacientes oncológicos; vemos que cada día hay menos motivación para ayudar desde el involucramiento personal, estar cerca del enfermo, asistirlo, dándole amor, cariño, escucha”.
Sin ir muy lejos, siempre hay alguien en la familia, en el barrio, a quien asistir, asegura, para lo cual resulta necesario una capacitación en el ámbito del voluntariado, que puede recibirse en Sos Vida.
Fonte: ABC Color

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5 Chás Que Aumentam a Imunidade e Como Prepará-los

Os chás existem há milhares de séculos, e há uma boa razão para isso. Numerosos estudos mostram que o chá tradicional feito de folhas de Camellia sinensis não é apenas uma bebida quente calmante, mas também pode ajudar a evitar câncer, diabetes tipo 2 e artrite.

Esta bebida já foi considerada um medicamento oficial na antiga cultura chinesa. Hoje em dia é possível encontrar centenas de diferentes chás que prometem combater várias doenças. O chá quente também provou estimular o sistema digestivo, além de aumentar a imunidade, aliviar o estresse e aumentar a resistência física.

Aprenda a preparar os cinco chás abaixo para ajudar a fortalecer sua saúde:


1. Chá Oolong

Benefício: perda de peso

De acordo com pesquisas, beber chá oolong pode dar um impulso ao seu metabolismo e aumentar os níveis de energia do organismo. Este chá preto levemente fermentado pode ajudá-lo a perder alguns quilos aumentando o número de calorias que você queima. Embora os motivos para isso não sejam completamente conhecidos, os cientistas acreditam que a cafeína e os flavonoides, tipicamente encontrados em chás pretos e verdes, podem funcionar como agentes que queimam gordura. Este chá é frequentemente servido em restaurantes chineses. Tem um sabor doce e frutado que é bom servido quente ou frio. Uma porção geralmente produz cerca de 75 mg de cafeína, cerca de metade da quantidade de uma xícara de café.

Como preparar: Coloque de 1 a 2 colheres de chá de oolong em um bule ou copo, diretamente ou em um infusor. Despeje aproximadamente 150ml de água previamente fervida sobre as folhas de chá. Espere cerca de 5 minutos antes de beber.

2. Chá de hortelã e manjericão sagrado

Benefícios: proteção do fígado e imunidade

Este chá é refrescante e pode ser apreciado quente ou frio. A hortelã ajudará a relaxar o estômago, enquanto o manjericão sagrado é uma erva amplamente utilizada na medicina Ayurveda. Considerada a rainha das ervas, a tulsi ou manjericão sagrado, tem uma ampla gama de propriedades curativas, desde a prevenção de infecções até controle da ansiedade. Numerosos estudos mostram que o manjericão sagrado também pode proteger o fígado e os rins dos danos causados pela ingestão de pesticidas e produtos químicos industriais, às vezes encontrados em frutas e vegetais.

Como preparar: Para fazer o chá, ferva a água e despeje uma colher de chá de folhas de manjericão sagrado. Deixe repousar de 3 a 5 minutos. O manjericão sagrado combina bem com outros ingredientes, incluindo menta, limão, gengibre ou mel!


3. Chá de Rhodiola Rosea

Benefício: mais resistência durante exercícios físicos

Se você sofre de ansiedade, o chá de Rhodiola Rosea ou Raiz de Ouro é excelente para você. Estudos também descobriram que esta planta aumentou a resistência e o tempo de recuperação de exercícios mais rápido. O chá não contém cafeína, então você se sentirá energizado sem sofrer uma queda de energia mais tarde.


Como preparar: Uma vez que as raízes estiverem secas e moídas, adicione 5 gramas de Rhodiola em água quente. A água deve estar quente, mas as raízes não devem ser expostas a temperaturas superiores a 29 graus, pois podem danificar os ingredientes ativos na raiz. Normalmente, o chá é deixado de molho por longos períodos de tempo.

4. Chá de Macroalgas

Benefício: aumento de minerais essenciais

Talvez você já tenha comido algas antes, como em receitas orientais, por exemplo, mas você já pensou beber algas? Elas oferecem a mais ampla gama de minerais em comparação com outros alimentos. Contém iodo para proteção da tiroide, vitamina C imunológica e ferro energético. Beber esse chá permitirá que você aproveite seus benefícios nutricionais. Ele também contém cerca de 60 minerais essenciais para o corpo humano. A ingestão regular de algas marinhas mantém a saúde do cabelo e promove o crescimento.


Dica: Você pode encontrar um chá de algas em uma loja de produtos naturais e seguir as instruções da embalagem.


5. Chá de Vinagre de Maçã

Benefício: controle de açúcar no sangue

O vinagre de maçã tem infinitas utilidades. Ele pode ser usado para eliminar manchas ou para perder peso, juntamente com muitas outras coisas. Ele foi considerado uma cura natural e talvez uma das maiores vantagens é que ele pode baixar o açúcar no sangue quando consumido com alimentos amiláceos, tornando-se uma ferramenta útil para aqueles que lidam com diabetes tipo 2. Uma desvantagem é que é altamente ácido e pode danificar o esmalte dos dentes. Por esta razão, ingerir diluído em água e preparando-o como um chá.


Como preparar: Combine e misture 1 xícara de água morna, 2 colheres de sopa de vinagre de maçã, 2 colheres de sopa de suco de limão, 1 colher de sopa de mel, 1 colher de chá de canela e uma pitada de pimenta-caiena.

Fonte: TudoporEmail

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sábado, 6 de janeiro de 2018

Uma luz é capaz de vencer as trevas e lhe dar forças para continuar



Para a maioria, a cicatriz é apenas um acidente causal, outros pensam em uma fonte de orgulho, mas para alguns, as cicatrizes podem simbolizar memórias dolorosas.

Para os sobreviventes do câncer de mama, o tipo mais frequente em mulheres em todo o mundo, as opções de tratamento são limitadas. A remoção de um peito inteiro, é uma solução comum para deter a doença, mas a cicatriz deixada depois cria um novo problema.

"As cicatrizes são algo que muitas pessoas adoram, especialmente se representa algo que o traumatizou", disse Diana Pirez, uma tatuadora da Cidade do México especializada em aquarela.

A tatuagem, apresenta uma solução nova e não convencional para sobreviventes do câncer de mama, de pessoas que escolheram cobrir a cicatriz com um mamilo tatuado ou uma arte colorida, foi popularizada pela Vinnie Meyers no início dos anos 2000, foi recentemente praticada por Diana Pirez.

"Consulte seu médico se tem ou não alguma restrição de fazer uma tatuagem"

Crescendo em uma casa católica, Pirez foi impedida de ter piercings, pintar o cabelo e fazer tatuagens.

"Tatuagens eram para ‘abandonados’, eram para criminosos. As mulheres não conseguiam nada tendo tatuagens ", disse Pirez. "Minha tia sempre me apoiou na arte, e percebi que as tatuagens podem ser tantas coisas diferentes para tantas pessoas".

Alguns anos atrás, a tia de Pirez morreu de câncer de mama, despertando seu interesse em tatuar não apenas como uma forma de arte, mas um alívio e recomeço para muitas outras mulheres. Pirez fundou a organização sem fins lucrativos, Recognize You (ou Recognize Yourself), em 2014 com um grupo de colegas de trabalho e amigos. Depois de ser entrevistada por uma estação de notícias local na Cidade do México, Pirez começou a receber telefonemas e e-mails de mulheres que estavam no processo de cirurgia de câncer de mama.
Uma tatuagem com Pirez não é tão simples como entrar em um estúdio comum ou fazer uma consulta com um artista habitual de tatuagem. Pirez constrói relações com seus clientes, atendendo eles através do processo de inspeção inicial do tecido cicatrizado, para acompanhar a forma como a pele vai se comportar com a tatuagem.

"Isso os faz sentir mais confortáveis ​​e acolhidos", disse Pirez. "Sempre pensei que nem sempre é sobre a cicatriz, porque você está envergonhado disso, mas sobre torná-la mais bonita e assumir o controle de algo que aconteceu com você que você não teve controle".

A sensibilidade é importante quando se trata de tatuagens de mama, porque elas são feitas em uma área delicada e representam um lembrete indesejável. Pirez viu vários casos em que os mamilos tatuados foram desproporcionais em tamanho ou não combinavam com o tom da pele.

"As cicatrizes de tatuagem são diferentes da tatuagem regular da pele", disse Pirez. "Ele apresenta um novo desafio; você tem que ser macio e fiel, tem que parecer ter nascido com a pessoa. Normalmente, a pele em torno dos seios após um implante é muito mais fina, então você deve ter cuidado para não se afundar ou danificar a pele, ou mesmo machucar e traumatizar ainda mais a mulher que está apostando nessa ideia".

Quando se trata de fazer essas tatuagens difíceis, Pirez é completamente autodidata. Um aprendizado é a maneira comum de se tatuar, mas depois de ser negado por todos os estúdios conhecidos da Cidade do México, Pirez decidiu praticar em qualquer pessoa que lhe “emprestava” a pele. Sua perseverança valeu a pena. No ano passado, quando Pirez visitou Austin, ela trabalhou com o lendário artista Shanghai Kate em seu estúdio antes que seu visto acabasse.
"Quando eu tentei voltar (para os EUA), eles disseram: 'você está tentando voltar tão rápido, então vamos cancelar seu visto'", disse Pirez.

Atualmente, Pirez ainda está na Cidade do México e espera estar de volta a Austin no próximo ano após um processo de imigração extenuante. Ela disse que seu objetivo é continuar seu trabalho sem fins lucrativos nos EUA, mudando de vida um mamilo de cada vez.

"Isso faz você perceber que não é tão forte como se sentia", disse Pirez. "Eu apoio a imigração legal, penso que é importante fazer as coisas certas".
Entretanto, enquanto Pirez está aguardando a aprovação de seu visto, ela continua seu trabalho no México, defendendo o poder das tatuagens.

Fonte: Jornale

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Leandro Karnal • Atitudes Para Transformar Sua Vida

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Você sabia que pacientes com câncer tem isenção de IPTU?


Muitas vezes, a maioria das pessoas, especialmente as que sofrem de doenças graves, não têm conhecimento de seus direitos ou não lutam por eles justamente por saber que o processo é bem burocrático e cansativo. No caso de pacientes com câncer, esses direitos podem, de alguma forma, proporcionar mais qualidade de vida e segurança em […]


Muitas vezes, a maioria das pessoas, especialmente as que sofrem de doenças graves, não têm conhecimento de seus direitos ou não lutam por eles justamente por saber que o processo é bem burocrático e cansativo. No caso de pacientes com câncer, esses direitos podem, de alguma forma, proporcionar mais qualidade de vida e segurança em um momento de grande instabilidade.
O Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) é um tributo municipal que incide sobre uma propriedade, um domínio útil ou a posse de um imóvel que fica na zona urbana do município. Hoje, não existe uma legislação de alcance nacional que possa garantir o não pagamento do IPTU a pessoas em determinadas condições, como pacientes com câncer, indivíduos com algum tipo de deficiência ou idosos. Mas, como esse imposto é municipal, algumas cidades brasileiras já contam com uma legislação que possibilita a isenção do IPTU para esses casos, de acordo com critérios decididos pelas prefeituras.

O que fazer para garantir seu benefício
Se você tem câncer e quer garantir a isenção do IPTU, é preciso que você vá até a prefeitura de seu município, mais especificamente à Secretaria de Finanças, e se informe sobre a disponibilidade de seu direito.
Municípios que possuem o benefício
Algumas das cidades brasileiras que oferecem a isenção do imposto aos pacientes com câncer são: Ananindeua (PA), Atibaia (SP), Campos do Jordão (SP), Estância Velha (RS), Marília (SP), Rio de Janeiro (RJ), Santana de Parnaíba (SP), São Bento do Sul (SC), São Miguel das Missões (RS), São Paulo (SP), Sorocaba (SP) e Teresina (PI).
Grande parte desses municípios só conquistou o direito por meio da luta dos próprios pacientes e do apoio de organizações não governamentais (ONGs), que se mobilizaram e pressionaram os legisladores para garantir o benefício aos pacientes com câncer. Essa ainda é a maneira mais eficiente de fazer com que um município que ainda não oferece o benefício organize uma legislação que garanta ao paciente com câncer a isenção do IPTU.
É importante lembrar, porém, que a garantia da isenção do imposto também depende de outros fatores, como a renda familiar, a duração do tratamento e o diagnóstico.
 Fonte: Mulher Consciente

Por Uma Vida Melhor


Todo mundo concorda que uma alimentação saudável é fundamental para o desenvolvimento das crianças, não é mesmo? Acontece que, curiosamente, quando entramos na vida adulta, muitas vezes nos esquecemos disso. Alimentação equilibrada é sinônimo de vida saudável, e é essencial que esse preceito básico nos acompanhe sempre.
Encantados pelas “delícias” da fast-food – o mundo das guloseimas cheias de açúcar, da gordura animal, dos embutidos e enlatados – e pressionados pelo estresse do dia a dia, nossa tendência é deixar de lado a alimentação saudável. O curioso é que todo mundo também sabe que comer mal é um fator de risco dos mais importantes para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. O que pouca gente sabe, porém, é que a alimentação também tem muito a ver com câncer. Mais um ótimo motivo, portanto, para entrar na linha.
Pior ainda quando a má alimentação vem acompanhada, como é muito comum, de sedentarismo e excesso de peso. Pelo menos 20% dos casos de câncer de pulmão, 33% dos de câncer de mama e 66% dos de câncer no útero poderiam ser evitados através de uma dieta adequada, aliada a uma atividade física regular e a manutenção do peso saudável, afirma estudo do Fundo Mundial para Pesquisa em Câncer.
Diversos estudos realizados nos últimos 30 anos comprovam essa relação, segundo o nutricionista Fábio da Silva Gomes, nutricionista. “A produção científica nessa área é imensa e incontestável, mas ainda pouco divulgada”, ele afirma.
Alimentação Incorreta


Somente sobre frutas e legumes, explica Gomes, há mais de 300 estudos mostrando que esses alimentos protegem contra diversos tipos de câncer. “O câncer aparece como resultado de uma agressão ao organismo, de fatores que o agridem durante muito tempo, muitas vezes pela vida toda”, diz o nutricionista.
Os alimentos vegetais, com seu baixo teor de carboidratos (exceto nos tubérculos, como batata e mandioca), suas proteínas, fibras, vitaminas e minerais, protegem as células contra estímulos nocivos. O pesquisador reconhece que os agrotóxicos contidos nesses alimentos são um problema, mas, como os produtos orgânicos ainda são poucos e mais caros, ainda é mais vantajoso consumir legumes e verduras dessa forma (sempre bem lavados, óbvio) do que não consumi-los. “É claro que seria melhor procurar as hortaliças livres desses resíduos, até porque, se não houver maior demanda, elas nunca vão baratear”, argumenta Gomes.

Os Vilões


No que diz respeito ao excesso de carboidratos, a maior preocupação dos especialistas é a obesidade. Alimentos muito energéticos, como biscoitos, massas, bebidas açucaradas e todo tipo de fast-food favorecem o ganho de peso, que por sua vez aumenta o risco de câncer. Isso porque o tecido gorduroso também funciona como uma glândula, e o excesso de gordura corporal estimula a produção de certos hormônios e processos inflamatórios que podem dar origem a tumores. Nesse caso se encaixa uma parte significativa dos tumores de mama, que são hormoniodependentes, explica Gomes.
Outro alimento que aparece como vilão entre os fatores de risco para o câncer é a carne vermelha, principalmente a processada e salgada (embutidos e defumados), porque contém nitritos e nitratos, que podem dar origem a compostos com potencial cancerígeno. (Além disso, o sal em excesso pode causar danos às mucosas.).
“A carne deve ser considerada apenas como uma guarnição, e não a parte central da dieta de uma pessoa”, disse John Potter, chefe da equipe responsável do Fundo Mundial para Pesquisa em Câncer. Segundo o nutricionista do Inca, o ideal é limitar o consumo a no máximo 500 gramas por semana, o equivalente a três bifes. E a forma de preparar a carne também é importante. “Melhor se for cozida ou ensopada, em vez de assada ou frita”, diz. O churrasco deve ser evitado, porque o carvão e a fumaça contêm alcatrão, por exemplo, entre outras substâncias que aumentam o risco de câncer.

Na Medida Certa

Grãos e cereais, que já fazem parte do estilo de vida saudável, são, de fato, muito indicados e podem ser consumidos à vontade. Gomes apenas chama atenção para os cuidados na sua conservação. A umidade favorece o crescimento de fungos, que produzem substâncias que podem causar diversas doenças.
O importante é não exagerar em nada e comer sempre de forma equilibrada. Independentemente do peso e dos regimes que você faça, uma dieta balanceada pode ajudar muito na prevenção de várias doenças. Portanto, fique atenta e cuide-se!
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Para o Corpo e a Mente









Todos sabem dos benefícios que a atividade física traz para a saúde de forma geral. O sedentarismo é um grande inimigo das mulheres, em especial daquelas que estão acima do peso. Sentir-se bem é a ordem do dia, portanto, uma mudança de hábito pode melhorar muito a sua qualidade de vida.
Fazer exercícios, mesmo os mais simples, pode colaborar muito para que você tenha uma vida mais saudável. Além de melhorar a função cardiovascular, essa prática oferece grande auxílio para o corpo e a mente. “A atividade física ajuda na queima de calorias, facilitando a manutenção e redução do peso, aumenta as endorfinas circulantes, melhorando o humor e também a autoestima”, explica Maria do Socorro Maciel, mastologista do Hospital A.C.Camargo, em São Paulo. “Na menopausa, ajuda a evitar ou até melhorar a densidade óssea, reduzindo as fraturas patológicas que diminuem a qualidade de vida das mulheres”, esclarece.
Para as pacientes de câncer de mama, a prática de exercícios orientada pelo fisioterapeuta ou pelo médico é fundamental antes, durante e após o procedimento cirúrgico e o tratamento, como explica a diretora da Fisioterapia do Hospital A.C.Camargo, Celena Freire Friedrich. “A atuação do fisioterapeuta deve se iniciar no pré-operatório, objetivando conhecer as principais alterações préexistentes e identificar os possíveis fatores de risco para complicações pós-operatórias, conscientizando a paciente da importância dos procedimentos fisioterapêuticos.”

Recuperando Movimento e Autoestima

Mas o que pode ser feito? Após a cirurgia, o fisioterapeuta acompanha e indica o que e como fazer. “Durante o período de internação pós-operatória, as pacientes realizam exercícios ativos assistidos ou ativos livres, respeitando sempre o limite de amplitude articular de 90° do lado operado”, explica Celena. “Pacientes submetidas a esvaziamento axilar recebem orientações em relação aos cuidados com o membro superior do lado operado”, complementa.
No período de tratamento, a paciente pode e deve se exercitar para recuperar os movimentos normais, mas sempre respeitando os próprios limites. “É necessário que entendam a importância e o benefício dos exercícios para a manutenção da flexibilidade e da força muscular, bem como a da função do aparelho locomotor e da manutenção do condicionamento cardiovascular e respiratório”, alerta a fisioterapeuta. “Após o tratamento, a realização de atividade física promove o restabelecimento da função do membro e desperta na mulher o sentimento de independência, além de estimular sua percepção em relação à importância da qualidade de vida no processo de tratamento do câncer de mama”, conclui Celena Freire Friedrich.
Exercícios Durante o Tratamento

Para esclarecer o que pode ser feito em cada fase do tratamento, a mastologista Maria do Socorro Maciel orienta:
1. Exames pré-operatórios (estadiamento): a paciente que está se preparando para a cirurgia deve procurar manter sua vida como antes, respeitando suas limitações (tempo, estresse, expectativas e mudanças). Exercícios aeróbicos ou outros podem ser mantidos;
2. Pós-operatório (dependendo do tratamento cirúrgico): geralmente nesse período é solicitado que não se faça esforços físicos, no caso de a pessoa ter sido submetida a tratamento conservador, ou não, seguido de reconstrução mamária. A fisioterapeuta orienta os movimentos com os braços e, nos casos em que a cirurgia foi mais conservadora, sugere-se alongamentos (se a cirurgia estiver sem qualquer complicação), evitando sol, mar e piscina;
3. Durante a quimioterapia (período em que a paciente apresenta queda de imunidade): recomenda-se evitar aglomerações, piscina ou mar, mas, dependendo da sua disposição, efetuar esteira ou caminhadas leves, mas não priorizar a atividade nesse período;
4. Durante a radioterapia (evitar tomar sol ou banho de mar e piscina): nessa fase, a paciente pode sentir sonolência e perda de suas energias, logo é importante respeitar o seu corpo;
5. Após todos os tratamentos citados, procurar voltar à vida normal. Caminhada, ioga, musculação, natação, pilates… O importante é tentar se sentir bem, incentivando exercícios aeróbicos.
Portanto, converse com o seu médico, mas saiba que, para cada fase, há uma possibilidade de se exercitar. É importante para sua recuperação e autoestima. Isso vai possibilitar uma vida melhor e mais saudável.
Fonte: Mulher Consciente

As informações e sugestões contidas neste blog são meramente informativas e não devem substituir consultas com médicos especialistas.

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Não à solidão




Os sentimentos que surgem frente ao adoecimento podem causar um grande estresse. Saiba que você não está só. Os grupos de apoio podem ajudar muito, não só você, mas também seus familiares.
Passado o impacto inicial da notícia de um diagnóstico de câncer de mama, é fundamental que a paciente saiba que não está só, que há muitas fontes de ajuda para tratar uma ferida que não é apenas física, mas também psicológica, para então se juntar a um grupo cada vez mais numeroso de mulheres que venceu essa guerra: o das vitoriosas. É importante ressaltar que essa vitória é resultado de várias ações conjuntas, e o seu emocional deve ser cuidado tanto quanto o seu físico.
Cada vez mais a medicina vê como necessário o acompanhamento psicológico dos pacientes em tratamento. Com o câncer de mama não é diferente. Em grande parte dos hospitais, existe hoje a orientação de profissionais especializados que podem oferecer esse suporte à paciente e à família, e há também os grupos de apoio.
Para Leoni Margarida Simm, que, além de paciente, é a presidente da Associação Brasileira de Portadores de Câncer – Amucc, de Florianópolis, Santa Catarina, o apoio psicológico é fundamental para dar suporte à mulher que recebe um diagnóstico de câncer e deve ser estendido ao longo do tratamento. “O impacto que essa doença gera sobre a pessoa provoca um estresse tanto físico como psicológico, o que vai afetar seu sistema imunológico”, explica Leoni. “É importante que a pessoa se sinta apta e serena para enfrentar um tratamento que, pela sua natureza, é bastante agressivo e assustador.”
Sônia Cavour, coordenadora da Unamama, concorda. “A notícia é sempre impactante, a possibilidade de risco de vida ameaçada tira o ser humano do equilíbrio, tornando o atendimento psicológico uma necessidade”, explica.

Eterno aprendizado

Quando estamos vivenciando um problema que ainda nos é estranho, a melhor saída é conversar com quem está passando ou já passou por aquilo. É isso que ocorre quando você participa de um grupo de apoio. Além de ser acolhida por profissionais da área, é recebida por pessoas que estão na mesma situação, pode aprender com elas e também ensiná-las.
No Grupo de Apoio e Autoajuda para Pacientes de Câncer, o Gaapac, de Recife, em ação há 17 anos, primeiramente é realizada uma entrevista para que eles saibam mais sobre você e conheçam o estágio da doença. Nessa conversa inicial, são expostas as regras de convivência do grupo. “Isso é muito importante porque o que se fala aqui são intimidades, coisas pessoais, fala-se sobre a vida”, explica a advogada Maria Regina de Melo. “É necessário certo sigilo e ética para tratar com elas”, explica.
Quando chega ao grupo, os pacientes participam de reuniões semanais de compartilhamento e são convidados a deixarem a vida lá fora, para conviverem com eles mesmos. “Depois da introspecção, sugerimos que falem de seus medos, suas dores e dúvidas”, explica a advogada. “São vários estágios e, passo a passo, eles têm ideia da caminhada dali para frente”, diz Maria Regina.
“O ser humano não é só o físico, é também o espírito e o emocional”, fala a enfermeira Madalena Andrade, diretora de pacientes do Gaapac. “E é a busca desse equilíbrio entre o físico e o emocional que almejamos no grupo”, esclarece. “Estou há 17 anos no Gaapac, cheguei como paciente de um câncer de ovário, e até hoje aprendo, aprendo e aprendo”, relata.

Participação essencial

Outro ponto fundamental nos grupos de apoio é a participação dos companheiros e da família, que podem aprender a lidar com a nova situação e até mesmo a se comunicar. “Às vezes o familiar não tem condições de ouvir o que o paciente quer dizer”, explica Nilse Balta, assistente social, vice-diretora de pacientes do Gaapac. “É uma pessoa sua, alguém que você ama, tem medo de perder e não quer nem que o paciente fale sobre aquilo que está acontecendo com ele.”
Aliete Calado, diretora-secretária do Gaapac, reitera. “A família, no gostar, no proteger, pode dizer: ‘não vamos falar sobre isso, você vai ficar boa’, e isso tira o foco da paciente que, na verdade, queria dividir, falar, chorar junto.” Portanto, o medo da perda pode atrapalhar essa relação, por isso a participação nos grupos de apoio deve ser estendida também à família. Sônia Cavour, da Unamama, concorda. “Compartilhar alegrias é sempre saudável. No caso das tristezas, torna-se essencial dividi-las para que o sentimento de ‘estar sozinho’ se dilua no grupo que vive o mesmo momento da vida”, esclarece a coordenadora.
Então, não se intimide! Busque o apoio necessário e convide seu companheiro, seus familiares e amigos próximos a participarem com você do grupo de apoio. Isso não é vergonha para ninguém e pode ajudá-la muito a percorrer o caminho do tratamento até a cura, além, é claro, de melhorar a sua qualidade de vida.
E fica um recado de Madalena Andrade, do Gaapac, para todas as mulheres: “para as que não tiveram câncer, cuidem-se para não adoecerem. Para as que tiveram ou têm, lembre-se que câncer não é vacina, ele não imuniza, portanto, cuide de você, da sua qualidade de vida e viva cada momento do seu dia de hoje”.
Fonte: Mulher Consciente.


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Morte por câncer tem menor nível em anos nos EUA por mudança de hábitos do povo


© wildpixel/istock luta contra cancer 216 

Dados de uma pesquisa anual sobre a prevalência de câncer nos Estados Unidos, da Sociedade Americana do Câncer, acaba de revelar uma queda significativa da doença no país. Isso porque o número de mortes decorrentes do câncer teve, em 2015, uma baixa de 26% em relação ao seu pico, em 1991, chegando ao menor índice em décadas.

O ano de 2015 é o mais recente com dados sobre a doença, por conta da complexidade e do tempo necessário para coleta e controle dos dados da população.

Queda no número de mortes por câncer nos Estados Unidos

© vitanovski/istock celulas cancer tumor  

O declínio da doença chega a, aproximadamente, 2,4 milhões de mortes evitadas ao longo dos 24 anos analisados.

De 2014 para 2015, a taxa de mortalidade por câncer entre homens e mulheres caiu 1,7% no país norte-americano.

Já o número global aponta que, entre as mulheres, a incidência de câncer foi estável, porém, entre os homens, caiu 2% ao ano.

Estimativa de mortes por câncer em 2018

O levantamento feito pela Sociedade Americana do Câncer projeta que aconteçam cerca de 1.735.350 novos casos de câncer nos Estados Unidos neste ano - e cerca de 609.640 mortes.

Por que houve queda na incidência de câncer nos EUA?

© MarcBruxelle/iStock vicio cigarro fumante  

Os especialistas envolvidos no estudo creditam a queda nas mortes principalmente a reduções consideráveis no tabagismo, hábito que, além de prejudicar o próprio fumante, também pode debilitar pessoas que estão por perto e inalam a fumaça.

A conscientização da população também foi essencial para a detecção e o tratamento precoces do câncer, que aumentam muito as chances de cura do paciente.

"O declínio no consumo de cigarros é o fator mais importante. Mas o tabaco permanece, de longe, como a principal causa de morte por câncer hoje, responsável por quase 3 em cada 10 mortes pela doença", alertou Otis Brawley, médico diretor da Sociedade Americana do Câncer, em um comunicado da instituição.

Além disso, outro fator que contribuiu para a estatística foi o avanço da tecnologia dos medicamentos de alto custo, que melhoram a expectativa de vida dos pacientes com cânceres mais graves.

Principais tipos de câncer: pulmão, mama, próstata e colorretal

© Sebastian Kaulitzki/Shutterstock cancer de mama  

A queda global na mortalidade por câncer é relacionada também à diminuição na incidência das principais versões da doença: câncer pulmonar, de mama, de próstata e o colorretal. Eles representam cerca de 45% de todas as mortes por câncer.

De 2005 a 2014, as taxas de novos casos de câncer de pulmão, considerado o mais letal do mundo, caíram 2,5% ao ano em homens e 1,2% ao ano em mulheres. Isso é explicado, provavelmente, pelo histórico cultural do tabagismo: mulheres começaram a fumar anos depois dos homens e demoram mais para abandonar o hábito.

Resultados do câncer variam de acordo com classe social e etnia

A Sociedade Americana de Câncer aponta ainda para a variação entre novos casos de câncer e mortes entre os grupos sociais e étnicos. A taxa de mortalidade se apresenta mais alta entre negros e pessoas com renda mais baixa nos Estados Unidos.

Em 2015, o número de mortes foi 14% maior em negros do que nos brancos. Essa diferença diminuiu de um pico de 33% em 1993.

Para os especialistas, essa diferença gritante é um reflexo de vários fatores socioeconômicos, já que pessoas com menor renda estão mais propensas a fumar e serem obesas - em parte por conta da publicidade pesada em direção a essa população pelas empresas de tabaco e empresas de fast food.

Além disso, os fatores sociais limitam atividade física e acesso a frutas e vegetais frescos por essa população.

Fonte: MSN Saúde

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