sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Saiba tudo sobre o iogurte probiótico e veja como fazer em casa



A gente já falou em outros posts sobre alimentos probióticos e alimentos exóticos que podem gerar bebidas e alimentos funcionais e probióticos. Hoje você vai saber tudo sobre iogurte probiótico e descobrir como fazer este iogurte em casa.

Só para lembrar o que é um alimento ou iogurte probiótico:

Alimentos probióticos são aqueles que contém elementos vitais que auxiliam as boas bactérias do organismo a se multiplicarem e ficarem mais saudáveis, ou são aqueles que já contêm as bactérias vivas e prontas para o combate.
Se você não leu nosso post sobre alimentos probióticos e estranho a gente falar de comer bactérias, saiba que existem as bactérias do mal, que trazem doenças, e têm as bactérias que são legais e ajudam sue corpo a ficar forte e saudável. São essas que a gente quer no nosso organismo quando se alimenta com probióticos.

Iogurte Probiótico é quase reduntante.
Isso mesmo. O nome iogurte probiótico é uma redundância quase técnica. Iogurtes caseiros são probióticos porque o jeito de fazer é coalhando o leite e transformando em outro elemento químico chamado iogurte.
Todo iogurte sem adição de química ou açúcar refinado, ou seja, todo aquele iogurte que for caseiro ou artesanal, é um iogurte probiótico.

Quer um exemplo? O iogurte grego é um iogurte probiótico.
E o Iogurte holandês preparado nas fazendas da Holanda ao lado dos moinhos de vento e das plantações de papoula também é um iogurte probiótico.
E o iogurte suíço, feito nos campos cheios de flores de edelweiss, ordenhado por meninas loiras direto das vaquinhas de fazem os chocolates Milka e posam para as fotos também é um iogurte probiótico.
Gente, sério agora:
Pare de comprar iogurte industrializado. Aquilo é leite fermentado com o mesmo fermento químico de fazer cerveja. Esqueça isso e faça o seu próprio iogurte probiótico em casa, com a certeza de que o seu iogurte vai ser um verdadeiro e natural probiótico.

Faça iogurte probiótico de verdade em casa

Você vai precisar de pouca coisa e um iogurte probiótico feito em casa é saudável – de verdade – , não engorda – de verdade – , e até ajuda a emagrecer – de verdade, e não só na propaganda.
Para fazer seu iogurte probiótico e natural você precisa comprar um copo de iogurte natural – Aquele que é só amargo, que não tem adição de sabor, cor, frutas, cochonilha para dar a cor vermelha e – pelo amor de deus – sem nenhuma adição de açúcar. Quem lê este site sabe que açúcar refinado é o veneno que engorda a gente antes de matar.


Veja os ingredientes para fazer o seu iogurte em casa:

Você só precisa comprar um litro de leite integral e 1 copo de iogurte natural, sem cor, sem fruta, sem açúcar. Pode ser desnatado, mas integral é melhor;
  • 1 litro de leite integral – Quanto menos processado melhor. Prefira o integral;
  • 1 panela que caiba mais de 1 litro;
  • 1 refratário de vidro, com tampa;
  • 1 pano limpo ou toalha;
  • 1 vasilha plástica para o copo de iogurte natural;
  • 1 concha de cozinha;
  • 4 ou 5 copos para o iogurte natural. Os copos podem ser de 200ml ou 250ml. Seve copo de requeijão que você não jogou fora, mas tem que ter tampa.
Só para você ter uma ideia, para fazer 1 litro de iogurte natural em casa, você vai gastar uns R$ 5,00 para 1 litro de iogurte natural. Um terço do preço de um iogurte industrializado.

Modo de fazer:

Na panela, aqueça o litro de leite em fogo brando, devagar.
Quando estiver para ferver, desligue e coloque no refratário de vidro para esfriar. Não deixe na panela. Pode dar gosto.
Se você ficar em dúvida de quando desligar o fogo, o leite quente vai formar uma espuma antes de ferver. É a hora de passar para o refratário.
Não deixe formar nata no leite. Mexa um pouco se precisar.
Enquanto o leite esfria à temperatura ambiente, tire da geladeira o iogurte que você comprou e deixe descongelar até ficar na temperatura ambiente.
Quando o leite estiver morno, retire duas conchas de leite do refratário e coloque no iogurte.


Misture bem o leite morno e cremoso ao iogurte, que deve estar à temperatura ambiente.
Quando o creme estiver bem ralo e homogêneo, despeje tudo no refratário, feche a tampa e enrole num pano grande ou toalha.
Deixe fermentar naturalmente de um dia para o outro em um lugar quente.
Em dias frios, aqueça o forno em temperatura média por 10 minutos e deixe o refratário com iogurte descansar a noite no forno.
Quando você for resgatar o seu iogurte probiótico, vai ver que o leite está cheio de pedaços e com cheiro azedo. Este aspecto estranho e o cheiro ruim são sinais de um iogurte natural de verdade. O industrializado é mais bonito e doce. E você sendo enganada estes anos todos!
Mexa bem para diluir um pouco com o soro – Não jogue o soro fora! Ele é rico em vitaminas e minerais!
Passe o iogurte do refratário para os copos plásticos e tampe. O seu iogurte probiótico feito em casa está pronto para ser consumido diariamente e se o gosto não te agradar, você pode adoçar com mel, bater com frutas, misturar com cereais, granola, melado de cana, rapadura, caldo de frutas cozidas feito em casa, o que você quiser, menos açúcar refinado. Liberte-se desse veneno, mulher!
Você pode guardar seu iogurte probiótico na geladeira por até 7 dias, depois disso, o gosto começa a mudar e o iogurte vai perdendo os nutrientes.
Para economizar ainda mais, guarde um copo de iogurte probiótico a cada vez que você fizer o seu iogurte caseiro e compre apenas 1 litro de leite da próxima vez.
Se você leu o texto sobre Kefir, sabe que pode fazer iogurte probiótico usando o Kefir para coalhar o leite e fazer o mesmo processo com 1 litro de leite integral e 300ml de leite do Kefir.
Comendo iogurte natural de verdade, você vai fazer bem ao seu corpo e ao bolso. E se você não ingerir açúcar, vai fazer muito, mas muito bem a você!
Alimente-se bem e fique linda!

Fonte: Probioticos

As informações e sugestões contidas neste blog são meramente informativas e não devem substituir consultas com médicos especialistas.

É muito importante (sempre) procurar mais informações sobre os assuntos 

Receitas de alimentos probióticos


Uma ótima maneira de aliar sua dieta ao consumo dos alimentos probióticos é deixar os produtos industrializados e prontos de lado e prepará-los na sua própria casa. Por isso, seguem abaixo algumas receitas com alimentos probióticos:


  • Receita de iogurte desnatado caseiro

Ingredientes:

  • 1 litro de leite desnatado;
  • 1 copo de iogurte desnatado natural.

Modo de preparo:

Ferver o leite em um caneco. Depois de alguns segundos, quando ele já não estiver mais tão quente, despejar o iogurte no caneco e misturar bastante. Adicionar a mistura em uma panela e tampar bem. Para deixar bem fechado, você pode colocar um pano de prato bem higienizado entre a panela e a tampa. Separar a mistura em um canto e deixá-la ali durante 24 horas. Em seguida, colocar na geladeira. Depois que gelar, basta servir.




  • Receita de chucrute rápido

Ingredientes:

  • 1 repolho grande cortado em tirinhas;
  • 2 xícaras de chá de água;
  • 1 colher de chá de sal
  • 3 colheres de sopa de óleo;
  • 2 dentes de alho esmagados;
  • 2 cebolas picadas;
  • 1colher café de pimenta-do-reino;
  • 2 folhas de louro;
  • 12 cravos;
  • ¼ de xícara de chá de açúcar;
  • 1 gengibre pequeno esmagado;
  • 2 xícaras de chá de vinho branco seco;
  • 1 colher de sopa de farinha de trigo;
  • 1/2 colher de chá de suco de limão;
  • 1/4 de xícara de chá de creme de leite.


Modo de preparo:

Colocar em uma panela a água e o sal e deixar ferver. Adicionar o repolho picado e ferver novamente por mais dois minutos. Escorrer e reservar. Aquecer o óleo e refogar as cebolas e o alho até que fiquem douradas. Acrescentar a pimenta-do-reino, o louro, os cravos, o açúcar e o gengibre. Juntar o vinho misturado com a farinha de trigo. Na sequência, mexer e colocar o suco de limão dissolvido no creme de leite. Mexer mais uma vez e retirar do fogo. Colocar a mistura junto com o repolho fervido e servir em seguida.


Fonte: Mundo Boa Forma


As informações e sugestões contidas neste blog são meramente informativas e não devem substituir consultas com médicos especialistas.

É muito importante (sempre) procurar mais informações sobre os assuntos 

The Benefits of Probiotics Might Not Be So Clear Cut


An individual’s natural gut bacteria determine whether the so-called dietary supplements help or do nothing at all


The human gut is filled with trillions of microbes. (ChrisChrisW / iStock)


From pickles and candy bars to pills and protein powders, probiotics are touted as a health boon in all flavors of foodstuffs. Consuming these beneficial bacteria can bolster the gut’s microbiome, allegedly enhancing everything from digestion to brain function. But regardless of what shape or size these probiotic supplements come in, they appear to have one thing in common—many people simply don’t benefit from them, and in some specific cases, they may actually do harm.

A pair of studies published today in the journal Cell examines probiotic dietary supplements to determine if the supposed wonder bacteria actually provide the kind of benefits that have been claimed. The results paint a more complicated picture, and they are likely to rankle many among the millions who swear by probiotic supplements.
Senior author Eran Elinav, an immunologist at the Weizmann Institute of Science in Israel, and colleagues found that many people’s gastrointestinal tracts reject generic probiotics before they can get to work. Even worse, Elinav’s team found that microbial competition from off-the-shelf probiotics can prevent natural gut bacteria from reestablishing themselves after being wiped out by antibiotic drugs.
“I think our findings call for a fundamental change from the currently utilized one-size-fits-all paradigm, in which we go to the supermarket and buy a formulation of probiotics which is designed by some company, to a new method which is personalized,” Elinav says. “By measuring people in a data-driven way, one would be much better able to harness different probiotic combinations in different clinical contexts.”

The natural gut microbiome of an individual, as measured through endoscopic procedures, can affect whether the strains of a probiotic will take root in the gastrointestinal tract or not. (Eran Elinav et al.)

The studies certainly aren’t the first to question how effective generalized probiotic supplements really are. They do, however, offer an unprecedented look at how the supplemental bacteria populated (or didn’t) throughout the gut.
Still, the results aren’t likely to slow the growing interest in bacterial supplements. Probiotics have been around since Ilya Metchnikoff drank cholera back in 1892, but their popularity has soared in recent years, as has the number of doctors recommending their use. A recent study found that 60 percent of physicians had recommended probiotic foods or supplements, and a National Health Interview Survey showed that nearly 4 million Americans used probiotics in 2012—a number that has quadrupled since 2007.
Elinav’s group isn’t claiming that probiotic supplements don’t carry heavy doses of beneficial gut bacteria. In fact, the studies confirm that they do. Because many probiotics are sold as dietary supplements, and thus aren’t subject to approval and regulation by many national drug agencies, including the U.S. Food and Drug Administration, the team first set out to ensure that the probiotic supplements in the study actually contained the 11 main strains they were supposed to deliver.
“All those strains were present and viable to consumption and beyond, following the passage through the GI tract, and even in stool, and they were still viable,” Elinav says.
But uncovering what impact these strains of bacteria have on the people who consume them required more digging, poking through patient’s stool and even inside their guts.
The authors set out to directly measure gut colonization by first finding 25 volunteers to undergo upper endoscopies and colonoscopies to map their baseline microbiomes in different parts of the gut. “Nobody has done anything quite like this before,” says Matthew Ciorba, a gastroenterologist at Washington University in Saint Louis School of Medicine unaffiliated with the study. “This takes some devoted volunteers and some very convincing researchers to get this done.”
Some of the volunteers took generic probiotics, and others a placebo, before undergoing the same procedures two months later. This truly insider’s look at the gut microbiome showed some people were “persisters,” whose guts were successfully colonized by off-the-shelf probiotics, while others, called “resisters,” expelled them before they could become established. The research suggests two reasons for the variability in the natural response of different gastrointestinal tracts to probiotics.
First and foremost is each person’s indigenous microbiome, or the unique assembly of gut bacteria that helps dictate which new strains will or won’t be able to join the party. The authors took gut microbiomes from resistant and persistent humans alike and transferred them into germ-free mice, which had no microbiome of their own. All the mice were then given the same probiotic preparation.
“We were quite surprised to see that the mice that harbored the resistant microbiome resisted the probiotics that were given to them, while mice that were given the permissive microbiome allowed much more of the probiotics to colonize their gastrointestinal tract,” Elinav explains. “This provides evidence that the microbiome contributes to a given person’s resistance or permissiveness to given probiotics.”
The second factor affecting an individual’s response to probiotics was each host’s gene expression profile. Before the probiotics were administered, volunteers who ended up being resistant were shown to have a unique gene signature in their guts—specifically, a more activated state of autoimmune response than those who were permissive to the supplements.
“So it’s probably a combination of the indigenous microbiome and the human immune system profile that team up to determine a person’s specific state of resistance or colonization to probiotics,” Elinav says. These factors were so clear that the team even found that they could predict whether an individual would be resistant or permissive by looking at their baseline microbiome and gut gene expression profile.
This unusual in situ gastrointestinal tract sampling also turned out to be key, because in a number of cases the microbiota composition found in a patient’s stool was only partially correlated with what was found inside the gut. In other words, simply using stool samples as a proxy can be misleading.
Emma Allen-Vercoe, a microbiologist at the University of Guelph who was not involved in the research, says consumers should be aware of probiotic limitations even if they happen to be the type of persisters who are more receptive to off-the-shelf probiotics.
“If you look on the side of any probiotic it will list the number of billions of CFU [colony forming units] and, wow, a billion sounds like a big number. But what you need to know is that there are trillions of microbes in the human gut. So what you’re putting in, and what’s surviving is fairly small in comparison,” Allen-Vercoe says. “Yes, these things do have the capacity to multiply, and some are better than others at doing that, but still what you’re putting in is a drop in the ocean.”
Elinav’s second study may be the first to suggest that, in specific cases, probiotic supplements might do worse than nothing at all—they might actually cause harm.
Three groups of patients were administered antibiotics and then either received probiotic supplements, their own natural gut bacteria, or were allowed to recover naturally. The group that received a dose of their own bacteria recovered quickest, while the group that received probiotics took the longest to recover to a natural state of bacterial diversity. (Eran Elinav et al.)


Probiotics are commonly used to help jumpstart the gut biome after a course of antibiotics, which can kill off beneficial bacteria. However scientific literature on the practice is mixed, and the FDA has not yet approved a single probiotic prep for medical applications.
The team gave 21 volunteers a mix of the antibiotics ciprofloxacin and metronidazole at standard dosages for a period of seven days, simulating the kind of treatment often used clinically for GI ailments from Crohn’s disease to diverticulitis. Patients were then separated into three groups. One group simply let their own microbiomes recover naturally, the second took generic probiotics, and the third was given a healthy dose of their own bacterial biome, which had been collected before the antibiotics use and re-administered via an autologous fecal microbiome transplant (aFMT).
The last group saw a full reversal of antibiotics effect. Reseeded with their own fecal material, the patients’ microbiomes returned to normal in just a few days. (Elinav’s group is pursuing a patent related to aFMT work.)
But those taking probiotics had a very different reaction. Generic probiotics did well at colonizing the gut, which makes sense since the indigenous microbiome was at least partially wiped out by antibiotics, but the probiotics significantly prohibited the natural biome from recovering and returning to its natural state. Even six months after the treatment, these patients’ natural biomes had not fully recovered, suggesting off-the-shelf replacement bacteria aren’t a great substitute for the wider diversity of natural microbiome.
“We’re talking about an entire rainforest in the gut that’s being affected in different ways by different antibiotics, and you can’t just patch that up by giving a probiotic,” Allen-Vercoe says. “Because let’s face it, a probiotic has maybe seven or eight strains. There’s a lot in the literature about some of these bacteria being beneficial, and it’s interesting, but they are really some of the few microbes in the gut that are fairly straightforward to culture. And I think that drives the probiotic industry more than it would like to admit.”
Ciorba adds that while the results don’t show any direct harm to patients recovering from antibiotics, they are certainly food for thought. “If we think that reconstitution to a normal and diverse microbiota is good, then potentially this predicts what could be a harm in a bigger population-based setting,” he says. “It highlights for patients and physicians that there may be situations where prolonged probiotic use may not be beneficial if diversity is the end point that we’re looking for.”
Jonathan Eisen, of the UC Davis Genome Center, notes that the human microbiome, like that found in the gut, is important for all types of health and disease states. Diversity does seem to be a key to its successes, but at the same time it’s a challenge for scientists aiming to aid its functions.
“It is deeply complex and complicated and is affected by a diversity of factors, including diet, immune status, behavior, genetics, interactions with other people and animals, the built environment, random forces, location, the weather, cleaning practices and much more,” Eisen said in an email. “Therefore, it is generally important for everyone to realize that we are unlikely to find simple rules (e.g., take this probiotic for this health issue) that work well across a large diversity of people in a wide range of conditions.”
Fonte: Smithsonian

As informações e sugestões contidas neste blog são meramente informativas e não devem substituir consultas com médicos especialistas.

É muito importante (sempre) procurar mais informações sobre os assuntos 

Os 10 melhores probióticos para vegans


Os probióticos são bactérias benéficas que vivem no corpo e proporcionam vários benefícios para a saúde. Eles também estão presentes em alguns alimentos e suplementos.

Enquanto o iogurte é uma das fontes alimentares mais populares de probióticos, não é adequado para vegans. Felizmente, existem muitas outras maneiras de as pessoas em uma dieta baseada em vegetais comerem mais probióticos.
Neste artigo, listamos os melhores probióticos veganos, bem como seus benefícios para a saúde.

Os melhores probióticos veganos


1. chucrute

Chucrute é um prato de repolho fermentado que é popular em muitos países da Europa Oriental.
É rico em probióticos, bem como potássio e vitaminas C e K. As pessoas podem fazer chucrute, deixando finamente cortar fermentação de repolho em salmoura, que é uma solução altamente concentrada de água salgada.
As bactérias Lactobacillus no repolho convertem seus açúcares em ácido lático. O resultado é um condimento crocante e azedo que funciona bem em sanduíches, saladas ou sozinho.
Muitas lojas de produtos naturais e supermercados também vendem chucrute. É melhor escolher um produto não pasteurizado, pois a pasteurização destrói grande parte das bactérias benéficas.

2. Kimchi

O kimchi é um prato de repolho picante fermentado que é popular na culinária coreana. Ele contém probióticos, vitaminas e antioxidantes . O processo de fazer kimchi é semelhante ao de chucrute, mas também inclui especiarias e alguns outros vegetais.
As pessoas podem fazer kimchi em casa ou encontrá-lo em lojas de alimentos saudáveis. Veganos que estão comendo fora devem verificar se o kimchi do restaurante não contém frutos do mar.

3. Legumes em conserva


A decapagem de legumes em salmoura cria um saboroso lanche rico em probióticos ou um acompanhamento adequado para vegans. É possível fermentar quase qualquer vegetal, mas algumas das opções mais populares incluem:

  • pepinos
  • cenouras
  • rabanetes
  • Vagem
  • couve-flor
  • pimentões vermelhos
Para um sabor extra, as pessoas podem adicionar ervas e especiarias, tais como:
  • alho
  • folhas de louro
  • Pimenta preta
  • sementes de coentro
Embora os vegetais fermentados sejam ricos em vários nutrientes, eles também contêm muito sódio. Para evitar os riscos de uma dieta rica em sal, como pressão alta e retenção de água , as pessoas devem desfrutar de alimentos em conserva com moderação.

4. Kombuchá


Kombucha é um chá fermentado que teve um ressurgimento nos últimos anos. Para fermentar o kombucha, as pessoas precisarão de uma entrada SCOBY, que é uma cultura simbiótica de bactérias e leveduras. Esta massa gelatinosa não parece muito apetecível, mas está repleta de microrganismos benéficos.

Iniciantes SCOBY estão disponíveis online ou em lojas de alimentos saudáveis. Alternativamente, as pessoas podem comprar kombucha pronta em algumas café lojas e supermercados.
Kombucha contém baixos níveis de álcool. Algumas versões contêm álcool suficiente para classificá-las como cerveja, então elas podem não ser adequadas para algumas pessoas, incluindo aquelas que estão grávidas ou amamentando.

5. kefir de água

O kefir da água é uma bebida probiótica. Tal como acontece com o kombucha, requer uma cultura inicial de bactérias e leveduras, que vem na forma de grãos de kefir de água. Estes estão disponíveis on - line , em lojas de alimentos saudáveis ​​ou de entusiastas de alimentos fermentados.
Os grãos de kefir de água ajudam a fermentar água com açúcar, suco ou água de coco para formar uma bebida suave e saborosa. Com os devidos cuidados, os grãos crescem regularmente e sobrevivem por anos.
Os veganos devem evitar o kefir do leite e os grãos de kefir do leite, já que estes são à base de laticínios.

6. Tempeh

Tempeh é um alimento à base de soja que é semelhante ao tofu, mas envolve a fermentação da soja. Como resultado desta fermentação, o tempeh é rico em probióticos e proteínas. Sua textura firme torna adequado para uso em uma variedade de pratos.
Vegans podem usar tempeh em saladas, frituras, hambúrgueres, sanduíches e muito mais.Também é uma excelente fonte de proteína.

7. Pão de Fermento

O tradicional pão de fermento requer uma partida de fermento, que é uma combinação de farinha e água que fermentou por vários dias.
Uma pessoa deve regularmente "alimentar" o comestível com farinha para permitir que eles o usem de novo e de novo para fazer pão de fermento fresco.
Nem todo o pão de fermento contém probióticos, por isso é essencial verificar os ingredientes primeiro. Muitas lojas e empresas não usam uma cultura inicial fermentada para fazer sua massa fermentada.

8. Miso

Rica em antioxidantes, vitaminas do complexo B e bactérias benéficas, a sopa de missô é uma ótima opção para os veganos que procuram uma solução probiótica.
Outros usos para pasta de miso incluem:
  • molhos de salada
  • molhos salteados
  • marinadas
É vital usar água morna ao invés de água quente ao fazer sopa de missô, já que as altas temperaturas matam as bactérias probióticas.

9. Alternativas de laticínios fortificadas

Algumas alternativas lácteas fermentadas, como leite e iogurtes à base de soja e nozes, contêm culturas vivas. Os fabricantes adicionam essas bactérias benéficas às alternativas lácteas para aumentar seus benefícios para a saúde.
Uma pessoa pode verificar o rótulo de Lactobacillus e outras cepas probióticas nesses produtos.

10. Suplementos

Enquanto os alimentos ricos em probióticos são uma boa opção para os veganos, nem todos têm tempo para fazer esses alimentos, e algumas pessoas podem não gostar de como eles saboreiam.Nestes casos, os suplementos oferecem uma alternativa fácil.
Nem todos os suplementos probióticos são adequados para vegetarianos, portanto, verifique sempre o rótulo com cuidado.
A Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos não regulamenta os suplementos probióticos, portanto não há garantia de que esses produtos contenham as variedades de bactérias que os fabricantes alegam que fazem. As pessoas devem pesquisar produtos antes de comprá-los e garantir que eles vêm de uma fonte respeitável.

Benefícios dos probióticos

A pesquisa sobre os benefícios dos probióticos para a saúde está em andamento. Os pesquisadores estão descobrindo que diferentes cepas de bactérias têm uma gama de efeitos no corpo. Pode ser melhor comer uma variedade de alimentos ricos em probióticos para garantir que diferentes cepas entrem no corpo.
Alguns dos benefícios potenciais dos probióticos incluem:



  • Digestão melhorada : os probióticos ajudam a decompor os alimentos e a acelerar a digestão .Eles também podem reduzir a constipação e os sintomas da doença de Crohn e da síndrome do intestino irritável (SII).
  • Redução do risco de câncer : Estudos indicam que distúrbios da microbiota intestinal podem ter um papel em várias doenças, como doença inflamatória intestinal (DII) e câncer associado à colite. Como resultado, os pesquisadores sugerem que os probióticos podem ajudar a prevenir essas doenças.
  • Saúde Vaginal : A vagina contém uma abundância de bactérias. Antibióticos , espermicidas e pílulas anticoncepcionais podem eliminar o delicado equilíbrio no trato vaginal, levando à infecção. Os probióticos podem restaurar o equilíbrio e ajudar a evitar esses problemas.
  • Saúde mental : Especialistas acreditam que a boa saúde intestinal pode influenciar a saúde mental . Pesquisas sugerem que probióticos podem reduzir sentimentos de depressão e ansiedade , embora estudos adicionais sejam necessários para confirmar isso.
  • Menos efeitos colaterais dos antibióticos : mais de um terço das pessoas que tomam antibióticos desenvolvem diarreia associada a antibióticos (DAA). Portanto, alguns médicos recomendam que as pessoas tomem probióticos ao lado de antibióticos para evitar o AAD.
  • Risco reduzido de doenças metabólicas : A obesidade, o diabetes tipo 2 e a doença hepática gordurosa não alcoólica são tipos de doenças metabólicas. O consumo regular de probióticos pode prevenir e tratar essas condições.
  • Gestão de diabetes : Outros relatórios de pesquisa que probióticos podem melhorar o controle glicêmico e metabolismo lipídico em pessoas com diabetes tipo 2.

  • Leve embora

    Bactérias probióticas oferecem muitos benefícios para a saúde, incluindo um risco reduzido de doença e melhora da saúde vaginal e mental.
    Para apoiar ainda mais a flora intestinal saudável, uma pessoa também pode consumir regularmente alimentos ricos em prebióticos, que são fibras que alimentam as bactérias do intestino e as ajudam a prosperar.
    Alimentos ricos em probióticos são uma maneira deliciosa de incluir mais bactérias benéficas na dieta. Mesmo sem comer laticínios, os vegans podem desfrutar de uma variedade de alimentos e bebidas fermentados que aumentam a saúde intestinal e o bem-estar geral.
    Fonte: Medical News Today (Tradução Google)

    As informações e sugestões contidas neste blog são meramente informativas e não devem substituir consultas com médicos especialistas.

    É muito importante (sempre) procurar mais informações sobre os assuntos 

    O estudo do intestino humano questiona os benefícios para a saúde probiótica


    Crédito: CC0 Public Domain

    Os probióticos são encontrados em tudo, desde chocolate e picles a loção para as mãos e fórmulas infantis, e milhões de pessoas compram suplementos probióticos para melhorar a saúde digestiva.Mas uma nova pesquisa sugere que eles podem não ser tão eficazes quanto pensamos. Através de uma série de experimentos olhando para dentro do intestino humano, os pesquisadores mostram que o trato digestivo de muitas pessoas impede que os probióticos padrão os colonizem com sucesso.Além disso, tomar probióticos para contrabalançar os antibióticos pode atrasar o retorno das bactérias intestinais normais e a expressão gênica do intestino ao seu estado ingênuo. A pesquisa publica como dois documentos consecutivos em 6 de setembro na revista Cell .


    "As pessoas têm dado muito apoio aos probióticos, embora a literatura subjacente à nossa compreensão deles seja muito controversa; nós queríamos determinar se probióticos como os que você compra no supermercado colonizam o trato gastrointestinal como deveriam e, em seguida, se esses probióticos estão tendo algum impacto sobre o hospedeiro humano ", diz o autor sênior Eran Elinav, imunologista do Instituto Weizmann de Ciência, em Israel."Surpreendentemente, vimos que muitos voluntários saudáveis ​​eram realmente resistentes em que os probióticos não conseguiam colonizar seus tratos gastrointestinais. Isso sugere que os probióticos não deveriam ser universalmente dados como um suplemento 'tamanho único'. Em vez disso, eles poderiam ser adaptado às necessidades de cada indivíduo. "


    Embora estudos anteriores tenham investigado questões semelhantes, todos usaram excremento de pacientes como um substituto para a atividade microbiana no trato gastrointestinal. Em vez disso, Elinav, seu colega Eran Segal (um biólogo computacional do Instituto Weizmann) e suas equipes lideradas por Niv Zmora, Jotham Suez, Gili Zilberman Schapira e Uria Mor, do laboratório Elinav, colaboraram com Zamir Halpern, Chefe de Gastroenterologia da o Centro Médico de Tel Aviv para medir a colonização intestinal diretamente.
    No primeiro estudo, 25 voluntários humanos foram submetidos a endoscopias superiores e colonoscopias para amostrar seu microbioma basal em regiões do intestino. 15 desses voluntários foram então divididos em dois grupos. O primeiro grupo consumiu cepas  genéricas, enquanto o segundo recebeu placebo. Ambos os grupos foram submetidos a uma segunda rodada de endoscopias superiores e colonoscopias para avaliar sua resposta interna antes de serem seguidos por mais 2 meses.

    Os cientistas descobriram que os probióticos colonizaram com sucesso os tratos gastrointestinais de algumas pessoas, chamados de "persistas", enquanto os microbiomas intestinais de "resistentes" os expulsavam. Além disso, os padrões de resistência e resistência determinariam se os probióticos, em determinada pessoa, afetariam seu microbioma nativo e a expressão gênica humana. Os pesquisadores puderam prever se uma pessoa seria persistente ou resistente apenas examinando seu microbioma basal e o  intestino.
    Eles também descobriram que as fezes apenas se correlacionam parcialmente com o funcionamento do microbioma dentro do corpo, por isso confiar nas fezes, como feito em estudos anteriores por muitos anos, pode ser enganoso.
    "Apesar de todos os nossos voluntários que consomem probióticos mostraram probióticos em suas fezes, apenas alguns deles mostraram em seu intestino, que é onde eles precisam estar", diz Segal."Se algumas pessoas resistirem e somente algumas pessoas permitirem, os benefícios dos probióticos padrão que todos adotamos não podem ser tão universais quanto pensávamos anteriormente. Esses resultados destacam o papel do microbioma intestinal na condução de diferenças clínicas muito específicas entre as pessoas. "
    No segundo estudo, os pesquisadores questionaram se os pacientes deveriam estar tomando probióticos para combater os efeitos dos antibióticos, já que muitas vezes eles são aconselhados a fazer o repovoamento da  após o tratamento antibiótico. Para ver isso, 21 voluntários receberam um curso de antibióticos e, em seguida, distribuídos aleatoriamente em um dos três grupos. O primeiro foi um grupo de "watch-and-wait" que permite que seu microbioma se recupere sozinho. O segundo grupo recebeu os mesmos probióticos genéricos usados ​​no primeiro estudo. O terceiro grupo foi tratado com um transplante de microbioma fecal autólogo (aFMT) composto de sua própria bactéria que havia sido coletado antes de dar o antibiótico.
    Depois que os antibióticos foram liberados, os probióticos padrão poderiam facilmente colonizar o intestino de todos no segundo grupo, mas para surpresa da equipe, essa colonização probiótica impediu que o microbioma normal do hospedeiro e o perfil de expressão gênica do intestino retornassem ao seu estado normal por meses. depois. Em contraste, o aFMT resultou no intestinal nativo do terceiro grupo e o programa genético retornando ao normal em poucos dias.
    "Ao contrário do dogma atual de que os probióticos são inofensivos e beneficiam a todos, esses resultados revelam um novo efeito colateral adverso potencial do uso de probióticos com antibióticos que podem até trazer consequências a longo prazo", diz Elinav. "Em contraste, reabastecer o intestino com os próprios micróbios é um tratamento personalizado projetado pela mãe natureza que levou a uma reversão completa dos efeitos dos antibióticos."
    Segal acrescenta: "Isso abre a porta para diagnósticos que nos levariam de um consumo universal empírico de probióticos, que em muitos casos parece inútil, para um que é adaptado ao indivíduo e pode ser prescrito a diferentes indivíduos com base em suas características básicas. "
    Fonte: Medical Xpress (Tradução Google)
    As informações e sugestões contidas neste blog são meramente informativas e não devem substituir consultas com médicos especialistas.


    É muito importante (sempre) procurar mais informações sobre os assuntos