sexta-feira, 20 de outubro de 2017

18 Benefícios Garantidos em Lei para Pacientes com Câncer


Pessoas com câncer e outras doenças graves possuem uma série de garantias legais que buscam reduzir as dificuldades apresentadas desde o diagnóstico até a realização dos tratamentos para amenizá-las ou erradicá-las.


O Outubro Rosa é um mês pensado justamente para discutir e disseminar informações acerca de uma dessas doenças, o Câncer de Mama, que atinge milhares de mulheres ao redor do mundo todos os anos.

Neste artigo, reuni e resumi 18 direitos concedidos a pessoas com câncer ou outras moléstias graves, divididos pelos assuntos Tratamento, Benefícios da Previdência Social, Isenção de impostos, Laudos médicos, Transporte, Moradia e Outros direitos sociais, que podem ajudar muito nesse período de tantas preocupações.

Boa leitura!


Tratamento

1. Iniciar o tratamento em até 60 dias

A Lei Federal nº 12.732/12 institui os direitos de pacientes com câncer de realizarem o tratamento completo pelo SUS (Sistema Único de Saúde) e de iniciarem o tratamento em, no máximo, 60 dias após o diagnóstico.


2. Tratamento Fora de Domicílio (TFD) no Sistema Único de Saúde (SUS)

De acordo com a Portaria nº 55/99, pessoas com câncer ou outra moléstia grave têm direito a realizar tratamentos pelo SUS em outras cidades referência ou, em casos especiais, em outros estados.

Além disso, há também a possibilidade de levar um acompanhante com as despesas custeadas pelo município ou pelo estado, em caso de indicação médica.


3. Reconstrução mamária

A cirurgia de reconstrução mamária decorrente de mutilação total ou parcial em tratamento para o câncer é garantida por Lei.

O SUS e os planos de saúde são obrigados a realizar essa cirurgia, de acordo com as Leis Federais nº 9.797/99 e nº 9.656/98, art. 10-A.


4. Uso de medicamentos em desenvolvimento

A Resolução nº 38/13 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) permite que pacientes com doenças graves, dentre as quais está a neoplasia maligna (câncer), realizem tratamentos utilizando medicamentos ainda em desenvolvimento.

Há, para essa finalidade, dois programas dos quais essas pessoas podem participar: o Programa de Acesso Expandido e o Programa de Uso Compassivo.

No entanto, a inclusão neles se dá apenas após uma análise do paciente quanto à gravidade e ao estágio da doença e sobre a relação entre o benefício e o risco que o uso da medicação disponível apresenta.


Benefícios da Previdência Social

5. Saque do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço)

A Lei Federal nº 8.036/90, nos incisos XI, XII e XIV de seu art. 20, especifica as situações em que trabalhadores portadores de doenças graves, ou que possuam dependente nessas condições, podem realizar o saque da quantia existente em seu FGTS.

O inciso XI trata especificamente desse direito para portadores de neoplasia maligna.


6. Auxílio-doença

Todo cidadão filiado ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS) que tenha uma incapacidade temporária para o trabalho por mais de 15 dias, independente de seu tempo de contribuição, tem direito a receber auxílio-doença.

A Lei Federal nº 8.213/91 trata da concessão em seu art. 26, II e lista as doenças passíveis de recepção do benefício no art. 151.


7. Aposentadoria por invalidez

A mesma Lei que trata do auxílio-doença estabelece o direito à aposentadoria por invalidez, também no art. 26, II.

O que diferencia os benefícios é a natureza de cada um, já que aposentadoria por invalidez diz respeito a uma incapacidade definitiva do indivíduo para exercer sua profissão.

A lista de doenças que dão direito aos benefícios de Auxílio-doença e Aposentadoria por invalidez, dada pelo art. 151 da Lei nº 8.213/91, é a seguinte:


· Tuberculose ativa
· Hanseníase
· Alienação mental
· Esclerose múltipla
· Hepatopatia grave
· Neoplasia maligna
· Cegueira
· Paralisia irreversível e incapacitante
· Cardiopatia grave
· Doença de Parkinson
· Espondiloartrose anquilosante
· Nefropatia grave
· Estado avançado da doença de Paget (osteíte deformante)
· Síndrome da deficiência imunológica adquirida (AIDS)
· Contaminação por radiação


8. Amparo Social ao Idoso e ao Portador de Deficiência

A Constituição Federal, em seu art. 203, garante o direito à assistência social àqueles que dela necessitarem e, no inciso V desse artigo, prevê o pagamento de um salário mínimo a idosos e portadores de deficiência que comprovarem sua incapacidade e de sua família para proverem seu sustento.

Esse benefício é oferecido pela Previdência Social, mas independe de contribuição e pode ser concedido a portadores de deficiência de qualquer idade.

Assim, podem ser beneficiados pacientes de neoplasia maligna que possuam deficiência decorrente da doença, desde que cumpram os requisitos de renda familiar, nos termos da Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS) e da Previdência Social.


Isenção de impostos

9. Isenção do Imposto de Renda na aposentadoria

A isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) para portadores de doenças graves que tenham rendimentos provenientes de aposentadoria, reforma ou pensão está prevista no art. 6º, XIV e XXI da Lei Federal nº 7.713/88.

O inciso XIV lista as doenças que dão direito à isenção e entre elas estão a AIDS, o câncer e a doença de Parkinson.

Segundo a Lei Federal nº 9.250/95, art. 30, é necessário que o possível beneficiário passe por serviço médico oficial a fim de obter laudo pericial comprobatório da doença. Esse laudo será usado para fixar uma validade ao benefício no caso de doenças que podem ser controladas.


10. Isenção de impostos na compra de carro 0km

O portador de doença que tenha, em decorrência dela, alguma limitação física quanto à mobilidade, seja ela parcial ou total, tem direito a ficar isento de pagar o IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) e o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) na compra de um carro 0km.

Além disso, também poderá solicitar a isenção do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos) após a compra do veículo.

A isenção se dá para veículos adaptados de acordo com recomendação médica e eles devem se encaixar em alguns pré-requisitos para serem beneficiados pela Lei.

O condutor deve possuir a CNH Especial ou, em caso de o beneficiário ser impossibilitado de dirigir, o veículo poderá ser livre de adaptações, mas deverão ser designados motoristas habilitados para tal.

As legislações vigentes que dão esses direitos são as Leis Federais nº 8.989/95 e nº 10.690/03.


Laudos médicos

11. Laudo Médico para Atestado de Lucidez

O Conselho Federal de Medicina, por meio da Resolução CFM nº 1.815/08, dá o direito ao médico que acompanha o paciente de emitir laudo que ateste sua lucidez.

Esse tipo de documento é utilizado, normalmente, quando é necessário eleger um procurador para o enfermo.


12. Laudo médico para afastamento do trabalho

Da mesma forma, a Resolução CFM nº 1.815/08 permite que o médico emita laudo para dispensar o paciente que acompanha de atividades estudantis e no trabalho quanto este for acometido por alguma moléstia.


Transporte

13. Cartões para transporte no RJ

No Estado do Rio de Janeiro, há o RioCard. Trata-se de um cartão de transporte que está disponível, entre outras categorias, nas modalidades Especial e Vale Social. Ambos são concedidos de maneira gratuita para pacientes que realizam tratamentos que não podem ser interrompidos.

O RioCard Especial possibilita deslocamentos municipais em ônibus ou VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), enquanto o RioCard Vale Social concede a gratuidade para viagens intermunicipais.

O Vale Social pode ser solicitado por portadores de doenças crônicas ou de deficiência, atendendo ao disposto na Lei nº 4.510/05, e dá acesso a deslocamentos por meio de trens, barcas, metrôs e ônibus intermunicipais.


14. Bilhete de Viagem do Idoso

O Bilhete de Viagem do Idoso é um benefício existente em todo o território nacional e é garantido pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres).

Segundo norma da Agência, é obrigatório haver, no mínimo, 2 assentos reservados para idosos em viagens interestaduais de forma gratuita.

Caso o número de idosos interessados na mesma viagem ultrapasse o de assentos reservados, a empresa deve conceder desconto mínimo de 50% na passagem para as demais acomodações.

Essa garantia facilita o deslocamento de pacientes idosos que realizam tratamentos em outros estados do Brasil, reduzindo os custos da viagem.


Moradia

15. Quitação do financiamento da casa própria

Essa quitação pode atingir pessoas com invalidez total ou permanente em decorrência de acidente ou doença, desde que haja previsão para tal em cláusula do contrato de compra.

Nessas situações, vale reler o contrato de compra de sua residência para averiguar a possibilidade em seu caso.


16. Isenção de IPTU

O pagamento do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) é regulamentado pelas Leis Orgânicas dos municípios, portanto, cabe aos poderes Legislativo e Executivo de cada cidade a decisão sobre as isenções.

No entanto, a isenção do IPTU já é uma realidade para moradores de diversas cidades que se encaixam nos requisitos exigidos pela legislação local.

Um exemplo acontece na cidade do Rio de Janeiro. O artigo 1º, § 11 da Lei nº 1.955/93 prevê a isenção para portadores de deficiência, seja ela de qualquer natureza e proveniente de qualquer causa, inclusive as que são sequelas de doenças graves.


Outros direitos sociais

17. Saque do PIS/PASEP

O saque do PIS/PASEP (Programa de Integracao Social/Programa de Formacao do Patrimonio do Servidor Público) foi permitido pelo Conselho Diretor do Fundo de Participação PIS/PASEP por meio da Resolução nº 1/96.

Assim, foi dada permissão de saque dos Programas nas situações em que o titular da conta ou um de seus dependentes fosse acometido por neoplasia maligna no item I da Resolução.


18. Isenção do Rodízio de Veículos

Em algumas grandes cidades, há um sistema para reduzir a quantidade de veículos em circulação por meio do Rodízio de Veículos.

No Brasil, isso acontece em São Paulo capital com o nome de Operação Horário de Pico, onde o controle é feito pelo número final da placa do veículo.

Entretanto, portadores de deficiências e pessoas em tratamento para doenças graves têm direito à isenção do rodízio. Pare obtê-la, é preciso enviar solicitação à Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes de São Paulo.

Para nós do Doutor Multas, o acesso à informação é essencial para que as Leis sejam cumpridas e os cidadãos conheçam os direitos que têm e os reivindiquem.

Os tratamentos para câncer e outras doenças graves trazem muitas preocupações e uma série de demandas que antes não existiam na vida desse paciente. Portanto, essas legislações são de grande contribuição para tornar o período o menos angustiante possível.

Compartilhe com os seus amigos para que mais pessoas que possuem esses direitos possam acessá-los!

Fonte: Doutor Multas

As informações e sugestões contidas neste blog são meramente informativas e não devem substituir consultas com médicos especialistas.

É muito importante (sempre) procurar mais informações sobre os assuntos.

As 7 Maravilhas do Mundo Podem Estar Mais Próximas do Que Você Imagina


Certa vez, o autor W.B. Yeats disse: "O mundo está cheio de coisas mágicas, que pacientemente esperam que nossos sentidos fiquem mais aguçados". Quando pensamos nas maravilhas do mundo, nós imaginamos enormes e magníficos edifícios e monumentos, mas a história que você vai ler agora me fez repensar tudo isso



















Fonte: TudoporEmail

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Five Ways to Reduce Your Breast Cancer Risk


While you can’t change some breast cancer risk factors – family history and aging, for example – there are others that you can control. Having a family history of breast cancer increases your risk, but most women who get breast cancer (about 8 out of 10) do not have it in the family. Although there is no sure way to prevent breast cancer, there are things you can do that may lower your likelihood of getting it – whether you have a family history or not.

Here are 5 ways to help protect your breast health:

1. Watch your weight. Being overweight or obese increases breast cancer risk. This is especially true after menopause and for women who gain weight as adults. After menopause, most of your estrogen comes from fat tissue. Having more fat tissue can increase your chance of getting breast cancer by raising estrogen levels. Also, women who are overweight tend to have higher levels of insulin, another hormone. Higher insulin levels have also been linked to some cancers, including breast cancer.

If you’re already at a healthy weight, stay there. If you’re carrying extra pounds, try to lose some. There’s some evidence that losing weight may lower breast cancer risk. Losing even a small amount of weight – for example, half a pound a week – can also have other health benefits and is a good place to start.

2. Exercise regularly. Many studies have found that exercise is a breast-healthy habit. In one study from the Women’s Health Initiative, as little as 1.25 to 2.5 hours per week of brisk walking reduced a woman’s risk by 18%. Walking 10 hours a week reduced the risk a little more.

The American Cancer Society recommends getting at least 150 minutes of moderate-intensity activity or 75 minutes of vigorous activity each week. (Or a combination of both.) Moderate-intensity activities are at the level of a brisk walk that makes you breathe hard. And don’t cram it all into a single workout – spread it out over the week.

3. Limit time spent sitting. Evidence is growing that sitting time increases the likelihood of developing cancer, especially for women. In an American Cancer Society study, women who spent 6 hours or more each a day sitting when not working had a 10% greater risk for invasive breast cancer compared with women who sat less than 3 hours a day, and an increased risk for other cancer types as well.

4. Limit alcohol. Research has shown that women who have 2 to 3 alcohol drinks a day have about a 20% higher risk compared to women who don’t drink at all. Women who have 1 drink a day have a very small increase in risk. Excessive drinking increases the risk of other cancer types, too.

The American Cancer Society recommends women have no more than 1 alcohol drink in a single day. A drink is 12 ounces of regular beer, 5 ounces of wine, or 1.5 ounces of hard liquor.

5. Avoid or limit hormone replacement therapy. Hormone replacement therapy (HRT) was used more often in the past to help control night sweats, hot flashes, and other symptoms of menopause. But researchers now know that postmenopausal women who take a combination of estrogen and progestin may be more likely to develop breast cancer. Breast cancer risk appears to return to normal within 5 years after stopping the combination of hormones.

Talk with your doctor about all the options to control your menopause symptoms, and the risks and benefits of each. If you do decide to try HRT, it is best to use it at the lowest dose that works for you and for as short a time as possible.

Fonte: American Cancer Society

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Closing in on cancer

Science will win the technical battle against cancer. But that is only half the fight


THE numbers are stark. Cancer claimed the lives of 8.8m people in 2015; only heart disease caused more deaths. Around 40% of Americans will be told they have cancer during their lifetimes. It is now a bigger killer of Africans than malaria. But the statistics do not begin to capture the fear inspired by cancer’s silent and implacable cellular mutiny. Only Alzheimer’s exerts a similar grip on the imagination.

Confronted with this sort of enemy, people understandably focus on the potential for scientific breakthroughs that will deliver a cure. Their hope is not misplaced. Cancer has become more and more survivable over recent decades owing to a host of advances, from genetic sequencing to targeted therapies. The five-year survival rate for leukemia in America has almost doubled, from 34% in the mid-1970s to 63% in 2006-12. America is home to about 15.5m cancer survivors, a number that will grow to 20m in the next ten years. Developing countries have made big gains, too: in parts of Central and South America, survival rates for prostate and breast cancer have jumped by as much as a fifth in only a decade.

From a purely technical perspective, it is reasonable to expect that science will one day turn most cancers into either chronic diseases or curable ones. But cancer is not fought only in the lab. It is also fought in doctors’ surgeries, in schools, in public-health systems and in government departments. The dispatches from these battlefields are much less encouraging.

Cell-side research
First, the good news. Caught early, many cancers are now highly treatable. Three out of four British men who received a prostate-cancer diagnosis in the early 1970s did not live for another ten years; today four out of five do. Other cancers, such as those of the lung, pancreas and brain, are harder to find and treat. But as our Technology Quarterly in this issue shows, progress is being made. Techniques to enable early diagnosis include a device designed to detect cancer on the breath; blood tests can track fragments of DNA shed from tumours. Genome sequencing makes it ever easier to identify new drug targets.

The established trio of 20th-century cancer treatments—surgery, radiation and chemotherapy—are all still improving. Radiotherapists can create webs of gamma rays, whose intersections deliver doses high enough to kill tumours but which do less damage to healthy tissue as they enter and leave the body. Some new drugs throttle the growth of blood vessels bringing nutrients to tumours; others attack cancer cells’ own DNA-repair kits. Cancer may be relentless; so too is science.

The greatest excitement is reserved for immunotherapy, a new approach that has emerged in the past few years. The human immune system is equipped with a set of brakes that cancer cells are able to activate; the first immunotherapy treatment in effect disables the brakes, enabling white blood cells to attack the tumours. It is early days, but in a small subset of patients this mechanism has produced long-term remissions that are tantamount to cures. Well over 1,000 clinical trials of such treatments are under way, targeting a wide range of different cancers. It is even now possible to reprogram immune cells to fight cancer better by editing their genomes; the first such gene therapy was approved for use in America last month.

Yet cancer sufferers need not wait for the therapies of tomorrow to have a better chance of survival today. Across rich and poor countries, the survivability of cancer varies enormously. Men die at far higher rates than women in some countries; in other countries, at similar levels of development, they do comparably well. The five-year survival rate for a set of three common cancers in America and Canada is above 70%; Germany achieves 64%, whereas Britain manages a mere 52%. Disparities exist within countries, too. America does well in its treatment of cancer overall, but suffers extraordinary inequalities in outcomes. The death rate of black American men from all cancers is 24% higher than it is for white males; breast-cancer death rates among blacks are 42% higher than for whites. A diagnosis in rural America is deadlier than one in its cities.

Practical as well as pioneering
Variations between countries are partly a reflection of health-care spending: more than half of patients requiring radiotherapy in low- and middle-income countries do not have access to treatment. But big budgets do not guarantee good outcomes. Iceland and Portugal do not outspend England and Denmark on health care as a proportion of GDP, but past studies show wide variation in survivability in all cancers.

Instead, the problem is often how money is spent, not how much of it there is. To take one example, a vaccine exists against the human papillomavirus (HPV), which causes cancers of the cervix in women, as well as cancers of the head and neck. Rwanda started a programme of routine vaccination in 2011, and aims to eradicate cervical cancer by 2020. Other countries are far less systematic. Vaccinations could help prevent cervical cancer in 120,000 Indian women each year.

Policymakers are not powerless. More can be done to verify which treatments (and combinations thereof) work best. A £1.3bn ($2bn) cancer-drug fund in England, which made expensive new medicines easier to obtain, did not assess the efficacy of the drugs it provided—a huge missed opportunity. Measuring the incidence and survival of cancer, through cancer registries, spotlights where patients are being failed. Access to health care matters, too: the number of Americans whose cancers were diagnosed at the earliest possible opportunity went up after Obamacare was enacted. And prevention remains the best cure of all. Efforts to rein in tobacco use averted 22m deaths (many of them to cancer) between 2008 and 2014. Yet only a tenth of the world’s population lives in countries where taxes make up at least three-quarters of the price of cigarettes, as recommended by the World Health Organisation.

Taxes and budgeting are a lot less exciting than tumour-zapping proton beams and antibodies with superpowers. But the decisions of technocrats are as important as the work of technicians. Cancer kills millions of people not simply for want of scientific advance, but also because of bad policy.

Fonte: The Economist

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Sete razões pelas quais fazer listas pode mudar sua vida




Faça uma lista de suas conquistas de vida, grandes ou pequenas. É uma boa forma de aumentar sua autoestima, Getty Images                

Sim, você leu corretamente: esta é uma reportagem com uma lista sobre... listas.

Listas de compras, de resoluções de ano novo e de tarefas no trabalho, por exemplo, trazem alguns benefícios interessantes para quem tem por hábito fazê-las. Veja alguns deles:

1. Listas liberam espaço na mente

Segundo o neurocientista Daniel Levitin, nós conseguimos equilibrar na mente apenas quatro pensamentos simultaneamente. A lista, portanto, ajuda a liberar espaço mental e a eliminar aquela sensação incômoda de que estamos esquecendo alguma coisa.

Fazer uma lista das tarefas a serem cumpridas também ajuda você a priorizar e planejar, gerenciar seu tempo e desmembrar projetos grandes em tarefas menores e mais gerenciáveis.

Mais ainda: ao escrever o que precisa ser feito, você leva ao papel aquela confusão de pensamentos atormentando a sua mente, o que pode ter um efeito calmante.

Fora o sentimento de satisfação pessoal e validação ao riscar as tarefas já cumpridas.

2. Listas podem torná-lo mais bem-sucedido

Pesquisas do psicólogo Jordan Peterson sobre definições de objetivos indicaram que estudantes têm desempenho notavelmente melhor quando seguem um processo que envolve refletir sobre seus hábitos e elaborar uma lista de metas para o futuro.

Os achados de Peterson estão em linha com as descobertas de um estudo de 2013, que apontou que funcionários conseguem aumentar sua produtividade em 10% ao traçarem objetivos específicos, desafiadores e realistas.

A mesma ideia vale para metas pessoais de longo prazo quando estruturadas em listas factíveis de passos a cumprir.



Listas ajudam a desmembrar grandes objetivos de vida em tarefas menores e mais gerenciáveis. Getty Images                 

3. Listas ajudam a economizar dinheiro

Ao escrever tudo o que você precisa do supermercado antes de chegar, você tem mais chances de conseguir manter a objetividade, com menos compras de impulso ou extravagantes.

Isso, é claro, exige uma dose de autocontrole. Para garantir que os "desvios" se limitem ao aceitável, permita-se uma compra que não esteja na lista a cada ida ao mercado, ou estabeleça um limite de preço ao que pode ser levado para casa.

4. Listas elevam a autoconfiança

Se você está com uma sensação de insatisfação com a vida, tente fazer uma lista de tudo o que você já conquistou, das coisas pequenas às grandes. É uma forma simples de nos lembrarmos de tudo o que já fizemos, desde sucessos acadêmicos até triunfos pessoais simples - como ajudar um amigo ou concluir a leitura de um livro desafiador.

Para momentos de baixa autoestima, a ONG de combate a doenças mentais Mind recomenda que façamos uma lista de 50 coisas que gostamos a respeito de nós mesmos, ainda que levemos semanas para completar essa lista ou que tenhamos de pedir ajuda a pessoas conhecidas. Depois disso, devemos ler a cada dia um pouquinho dessa lista, para compreendermos e valorizarmos nossas qualidades


5. Listas ajudam a prevenir erros

Aqui falamos da famosa "checklist", a lista de tarefas que não podem ser esquecidas - seja na organização de um casamento, em uma mudança de casa ou nos preparativos de uma viagem ao exterior. É ela que vai ajudá-lo a lembrar de pegar o passaporte antes de ir ao aeroporto, por exemplo.

Em hospitais, onde pequenos erros podem rapidamente escalar para fatalidades, listas desse tipo chegam a salvar vidas. Nos Estados Unidos, por exemplo, o primeiro checklist hospitalar formal ensinava cinco passos para entubar um paciente, resultando na eliminação de praticamente todas as infecções decorrentes de procedimentos equivocados.


6. Listas ajudam a manter o foco

Já ouviu falar do "efeito Zeigarnik"? Pode ser que ele esteja te atrapalhando sem que você sequer se dê conta.

Esse princípio psicológico atesta que nosso cérebro recorda tarefas que deixamos sem cumprir melhor do que as coisas que já concluímos. Como consequência, quando você está tentando focar em algo importante, muitas vezes se nota distraído por questões que deixou em aberto.

Para evitar isso, psicólogos sugerem que escrevamos em uma lista todos aqueles objetivos não cumpridos (por exemplo, aqueles e-mails que ainda não respondemos, aquela saia que precisa ser lavada manualmente, etc). Isso dará ao cérebro a sensação de que ele lidou com essas coisas, permitindo que nós nos concentremos nas tarefas mais urgentes que temos diante de nós.

7. Com a lista, você enfrenta o que vinha adiando

Todos nós temos ali no canto do cérebro algo a fazer que sempre procrastinamos. Pois bem, é a hora de escrever essas tarefas e tirá-las da frente.

Concluir as tarefas de uma lista traz uma sensação de satisfação bastante grande, fora o peso que tira da nossa frente.

Então vá em frente - escreva a sua lista e complete as tarefas dela, desde aquela arrumação no apartamento até finalmente agendar a consulta no dentista.

Fonte: BBC Brasil

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Os sintomas menos conhecidos do câncer de mama - além dos caroços no seio

O dia 19 de outubro marca o Dia Internacional contra o Câncer de Mama, doença que afeta centenas de milhares de pessoas em todo mundo - no Brasil, 57 mil casos foram diagnosticados em 2014, segundo as mais recentes estatísticas do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

A doença pode ser detectada em suas fases iniciais na maioria dos casos, o que cria mais chances de tratamento e cura - que podem chegar a 95% de acordo com alguns especialistas.

Daí a importância de observar possíveis sintomas e de procurar o médico em caso de observação de qualquer mudança incomum nos seios.

Há uma lista de 12 sinais que podem indicar algo de errado, mas que não necessariamente significam a presença da doença.

1) Engrossamento da pele
2) Sulco na mama
3) Crostas no mamilo
4) Secreção mamilar
5) Irritação ou dores
6) Afundamento do mamilo
7) Crescimento de veias
8) Protuberâncias
9) Úlceras
10) Mudanças na textura da pele que a deixam parecida com "casca de laranja"
11) Mudança de forma e/ou tamanho
12) Nódulos


Fonte: BBC Brasil

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‘Angelina fez mais pelo câncer de mama que a sociedade médica’

Acompanhe o 'Estúdio VEJA' sobre conscientização e prevenção do câncer de mama neste Outubro Rosa

O câncer de mama e sua prevenção, causas e tratamentos é o tema da conversa da repórter Natalia Cuminale com o doutor e presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia Antônio Frasson. Na entrevista, o mastologista ressaltou a contribuição da atriz Angelina Jolie no combate à doença. “Angelina Jolie foi um fenômeno mundial. Ela fez mais pelo câncer de mama do que todas as sociedades médicas nos últimos 50 anos”, afirma Frasson. O mastologista explicou que as ações da atriz popularizaram exames para detectar mutações que levam a esse câncer.

Antes, no Brasil, o teste BRCA, que avalia a presença de genes que predispõem ao desenvolvimento de câncer precoce, custava 12 mil reais. Hoje sai em torno de 1.500 reais. Nos Estados Unidos, graças à luta de Angelina, o custo é de 149 dólares.

Além disso, Frasson mostrou que há boas e más notícias em relação a esta doença no país. Apesar do número de casos deste tipo de câncer ter aumentado entre mulheres jovens, houve muitos avanços nas técnicas de cirurgia para remoção do tumor e reconstrução da mama. Ele completa afirmando que alimentação saudável, atividade física regular e manter o peso ideal são hábitos preventivos.

Fonte: Veja

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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Try Not To Laugh | Funny Puppies Compilation 2017

"O câncer foi meu professor", diz paciente que enfrentou câncer de mama

Fabiana Benedetti conviveu com a doença durante 16 meses e escreveu carta de despedida
Na carta de despedida, Fabiana escreveu: Contigo (câncer), tive a oportunidade de sentir a mão da minha mãe acariciando minha cabeça careca. Foto: Roni Rigon / Agencia RBS

O câncer de mama entrou na vida da gerente de projetos Fabiana Benedetti há pouco mais de um ano para provocar uma transformação e derrubar muitas muralhas. Aos 41 anos, Fabiana fala da doença como sua parceira e agradece por ela ter provocado a grande mudança de sua vida.

— Quando senti o nódulo na minha mama esquerda, já sabia que era câncer e que ele iria mudar minha vida —  lembra.

Desde então, tudo o que aconteceu – consultas, exames, confirmação do diagnóstico, tratamento e cirurgia –   fortaleceu os laços entre ela e o câncer. No final do tratamento escreveu uma carta de despedida. E registrou:

“Sou grata por cada momento que vivemos juntos. Tu foste um professor exigente e disciplinador. Me deste um curso intensivo de paciência, tolerância e resiliência. Por tua causa, conheci histórias e pessoas incríveis. Contigo, aprendi a me amar e a encontrar a paz e a felicidade em momentos de dor.  Me ensinastes que tudo passa. Mas agora, aproveito para te dizer que preciso seguir sem você.

Foi bom enquanto durou, mas temos objetivos diferentes. Se vamos nos encontrar novamente, eu não sei. Isto está num tempo que não tenho acesso. Por enquanto, terminamos nossa relação por aqui.”

A descoberta

Fabiana é uma mulher bonita,  inteligente e inquieta. Mesmo sem histórico familiar, o autoexame fazia parte de sua rotina. Foi assim que descobriu o nódulo a tempo de removê-lo no estágio inicial. Antes da cirurgia, fez o tratamento neoadjuvante  e reduziu o tumor em 75%. Com mamas pequenas, se fosse operar antes precisaria retirar uma delas para garantir um procedimento de sucesso.

— Tudo foi muito tranquilo. Já sabia sobre todas as etapas do tratamento. Sabia que iria sentir o câncer com muita intensidade. E foi o que aconteceu — relata.

Com uma vida agitada, Fabiana não imaginou passar por tudo isso aos 40 anos. Ela admite, no entanto, que precisava desta “pausa” em sua vida.

— Precisava rever muitas coisas. Eu não tinha limites e o tratamento me impôs isso. Senti que era o meu momento, de voltar para dentro de mim mesma.


O fim do relacionamento

Ter câncer é um aprendizado e possibilita o conhecimento. A maioria das pessoas diagnosticadas com a doença vai em busca de informações.  Fabiana é uma delas.

— Não o odeio. Passei a entendê-lo e consegui tomar as rédeas da situação — conta.

O tratamento, em alguns momentos, torna-se insuportável.

— Senti medo das quimioterapias. Quando perdi o cabelo, também me dei conta que estava perdendo o controle. Estava frágil e sabia que a transformação estava começando. A partir daí, eu seria outra pessoa. Comecei a registrar cada momento, do jeito que eu me sentia.

Fabiana garante que não teve medo de morrer:

— Nunca me vi num caixão.

Ela também estabeleceu uma relação com a medicação e, mentalmente, repetia:

— Você cuida da minha doença, que eu vou cuidar da minha saúde.

Hoje, um ano e quatro meses depois, Fabiana esbanja saúde e beleza, e mantém firme o desejo de nunca mais voltar a encontrar o câncer.

Desfile das Estrelas

Fabiana Benedetti é uma das 16 mulheres que estarão na passarela da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC), amanhã à noite (quarta-feira), a partir das 19h30min, no Desfile das Estrelas.

As roupas foram produzidas pelas alunas do curso Design em Moda e as perucas por cabeleireiros de Caxias.

 O desfile é um evento beneficente. Os recursos serão destinados aos projetos de avaliação oncogenética das pacientes jovens com câncer de mama do HG. Os ingressos estão esgotados

— Sou grata a ele!

Fonte: Pioneiro

As informações e sugestões contidas neste blog são meramente informativas e não devem substituir consultas com médicos especialistas.

É muito importante (sempre) procurar mais informações sobre os assuntos.

domingo, 15 de outubro de 2017

Lindas Frases Sobre a Esperança

Todos nós passamos por momentos difíceis, quando a vida nos coloca grandes desafios. Em alguns momentos até pensamos em desistir – tudo parece desabar e o futuro chega a nos assustar. No entanto, é justamente nestes tempos difíceis que devemos sempre ser perseverantes e ter essa palavra forte em nossas mentes e corações: Esperança.

Veja essas lindas frases que enfatizam a força que a esperança tem em nossas vidas. Reflita, guarde-as com carinho no seu coração e compartilhe com aqueles que precisam de palavras de positividade e, claro, de muita esperança.

















Fonte: TudoporEmail

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6 Pequenas Estórias de Inspiração

As pequenas histórias e estórias de inspiração me encantam, pois são fáceis de acompanhar e ler, e sempre têm uma moral para aprender no final. Sejam elas verdadeiras ou não, lendas de centenas de anos atrás ou algo real, sempre tenho algo a repensar.  Confira agora 6 curtas estórias inspiradoras que te farão pensar...

1. O grupo de sapos


Um grupo de sapos estava viajando pela floresta, quando dois deles caíram em um poço profundo. Quando os outros sapos viram o quão profundo era o poço, eles disseram aos dois sapos que não havia mais esperança para eles.

No entanto, os dois sapos ignoraram seus camaradas e tentaram saltar do poço. Mesmo assim, apesar de seus esforços, o grupo de sapos no topo do poço ainda dizia que eles deveriam simplesmente desistir, pois nunca o conseguiriam.

Eventualmente, um dos sapos prestou atenção ao que os outros estavam dizendo e desistiu, saltando ainda mais para sua morte. O outro sapo, entretanto, continuou a pular o mais alto que podia. Mais uma vez, o grupo de sapos gritou para ele evitar a dor da tentativa e desistir.
Ele os ignorou e saltou ainda mais e finalmente conseguiu sair. Quando ele saiu, os outros sapos disseram: "Você não nos ouviu?"

O sapo explicou-lhes que era surdo, e que achava que o estavam encorajando o tempo todo.

Moral da história: As palavras das pessoas podem ter um enorme efeito sobre a vida dos outros. Portanto, pense bem antes de liberar palavras da sua boca – pois pode ser a diferença entre a vida e a morte.

2. Meio quilo de manteiga


Havia um fazendeiro que vendia manteiga regularmente para um padeiro. Um dia, o padeiro decidiu pesar a manteiga para ver se ele estava recebendo o montante exato que ele pedia. Ele descobriu que não estava, então ele levou o fazendeiro ao tribunal.

O juiz perguntou ao agricultor se ele usava alguma medida para pesar a manteiga. O fazendeiro respondeu: "É verdade, sou primitivo. Não tenho uma medida adequada, mas eu tenho uma escala".

O juiz respondeu: "Então como você pesa a manteiga?"

O fazendeiro respondeu: "Meritíssimo, muito antes de o padeiro começar a comprar manteiga comigo, eu já comprava pão com ele. Todos os dias, quando o padeiro traz o pão, coloco-o na balança e dou-lhe o mesmo peso na manteiga. Se alguém é culpado aqui, é o padeiro".

Moral da história: Na vida, você colhe somente aquilo que planta. Não tente enganar os outros.

3. O obstáculo no caminho


Nos tempos antigos, um rei fazia com que seus homens colocassem uma rocha em uma estrada. Ele então se escondeu nos arbustos e observou para ver se alguém iria mover a rocha para fora do caminho. Alguns dos mais ricos comerciantes e cortesãos passaram e simplesmente desviaram da pedra.

Muitas pessoas culparam o rei por não terem mantido as estradas livres, mas nenhum deles fez nada para remover a pedra.

Um dia, um camponês vinha carregando vegetais. Ao aproximar-se da rocha, o camponês colocou seu fardo de lado e tentou remover a pedra do caminho. Depois de empurrar e esforçar-se, ele finalmente conseguiu.
Depois que o camponês voltou para pegar seus legumes, ele notou uma bolsa debaixo de onde a pedra tinha sido posta. A bolsa continha muitas moedas de ouro e uma mensagem do rei, que explicava que o ouro era para a pessoa que havia tirado a rocha da estrada.

Moral da história: Todo obstáculo que encontramos é uma oportunidade para melhorar nossas circunstâncias, e enquanto os preguiçosos se queixam, outros criam oportunidades através de seus corações, generosidade e vontade de fazer tudo.

4. A borboleta


Era uma vez um homem que encontrou uma borboleta que estava começando a sair de seu casulo. Ele se sentou e observou a borboleta por horas, enquanto lutava para sair através de um pequeno buraco.

Então, de repente, a borboleta parou de fazer força e parecia que estava presa.

Com isso, o homem decidiu ajudar a borboleta a sair. Ele pegou uma tesoura e cortou o pedaço restante do casulo. A borboleta então emergiu facilmente, embora tivesse o corpo inchado e pequenas asas murchas.

O homem se sentou lá esperando as asas se ampliarem para suportar a borboleta. No entanto, isso nunca aconteceu. A borboleta passou o resto de sua vida incapaz de voar, rastejando com pequenas asas e um corpo inchado.

Apesar do coração amável do homem, ele não entendia que o casulo restritivo e a luta que a borboleta precisava enfrentar para sair do pequeno buraco eram o modo que Deus tinha de forçar o fluido do corpo da borboleta em suas asas para que pudesse voar, uma vez que estivesse fora do casulo.

Moral da história: Nossas lutas nos ajudam a desenvolver nossos pontos fortes. Não há vitórias sem lutas, por isso é importante que enfrentemos desafios por conta própria e não depender da ajuda dos outros o tempo todo.

5. A moça cega


Havia uma menina cega que se odiava todos os dias pelo fato de não poder enxergar. A única pessoa que ela amava era seu namorado, pois estava sempre com ela. Certa vez ela disse que se pudesse ver o mundo, então se casaria com ele.

Um dia, uma pessoa doou um par de olhos para ela - agora ela podia ver tudo, inclusive seu namorado. Seu namorado amoroso perguntou a ela, "agora que você pode ver o mundo, você se casará comigo?"

A mulher ficou chocada ao ver que seu namorado também estava cego e se recusou a casar com ele. Seu namorado se afastou em lágrimas e escreveu uma pequena nota para ela dizendo: "Cuide bem dos meus olhos, querida".

Moral da história: Quando as circunstâncias ao nosso redor mudam, também muda a nossa mente. Algumas pessoas podem não ser capazes de ver o que eram antes, e podem ser até mesmo ingratas.

6. A caixa dourada

Algum tempo atrás, um homem puniu sua filha por desperdiçar um rolo de papel de presentes dourado. O dinheiro estava curto e ele ficou bravo quando a criança tentou decorar uma caixa para colocar sob a árvore de Natal.

No entanto, a menina trouxe o presente para o pai no dia de Natal e disse: "Isto é para você, papai".

O homem ficou envergonhado por sua reação exagerada alguns dias antes, mas sua raiva continuou quando viu que a caixa estava vazia. Ele gritou para ela, "Será que você não sabe que quando você dá a alguém um presente, precisa ter algo dentro?"

A menina olhou para o pai com lágrimas nos olhos e chorou; "Oh, papai, não está vazio. Soprei beijos na caixa. Eles são todos para você, papai".
O pai ficou devastado. Ele colocou seus braços em torno de sua filha, e  implorou seu perdão.

Pouco tempo depois, a menina morreu em um acidente. Seu pai manteve a caixa dourada em sua cama por muitos anos e, sempre que ele se sentia mal, ele tiraria um beijo imaginário e lembrava o amor da criança que perdera.

Moral da história: Não é ouro nem prata. O amor é o presente mais precioso do mundo.

Fonte: TudoporEmail

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