sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Dez alimentos para aumentar a imunidade

Turbine seu sistema imunológico! Saiba que alimentos você deve comer para evitar gripes, refriados e outras doenças.

Inverno costuma ser tempo de gripes e resfriados que vão e voltam. Para ficar livre dessa onda nada agradável é preciso turbinar o sistema imunológico, consumindo os alimentos certos e evitando outros. De acordo com a médica ortomolecular Anna Bordini, da Clínica Bertolini, "leite e derivados, açúcar refinado, cafeína, sal, álcool e alimentos industrializados e ricos em gorduras trans podem enfraquecer o sistema imunológico ou deixar a recuperação mais lenta de quem pegou uma doença". A seguir, saiba quais alimentos consumir para dar um up no seu sistema imunológico:



  • 1. Alho

    "Tem função imunoprotetora e uma boa dose de selênio e zinco, nutrientes importantes para evitar gripes, resfriados e outras doenças. Pode ser consumido no tempero das preparações e adicionado cru para temperar o tofu, por exemplo", explica Lucianna Jardim, nutricionista especialista em ciência dos alimentos.
  • 2. Cebola

    Segundo Lucianna Jardim, "a quercitina presente no alimento é um potencializador da função imune, prevenindo doenças virais e alérgicas. Use sempre em temperos ou crua na salada".
  • 3. Lichia

    Rica em vitamina C, auxilia na imunidade e tem propriedades antiinflamatórias. "Recomenda-se o consumo de uma porção (cerca de 100 gramas) por dia", diz a nutricionista Lucianna Jardim.
  • 4. Gengibre

    Lucianna Jardim explica que "o gengibre auxilia nas defesa do organismo porque possui importante ação bactericida, além de boas doses de vitamina B6 e C. Pode ser adicionado no suco (1 colher de sopa de gengibre ralado, duas vezes por dia) ou servir para fazer chá (2 colheres de sopa de gengibre fresco para 1 litro de água)".

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  • 5. Cogumelo shitake

    "O shitake é rico em lentinana, nutriente capaz de estimular a produção das células de defesa (macrófagos e linfócitos) e aumentar a imunidade. Utilizado em larga escala na comida japonesa, tem sido cada vez mais prescrito, graças aos seus aminoácidos e função imunoprotetora. Recomenda-se o consumo de cerca de 100g por dia", orienta Lucianna.
  • 6. Castanha-do-Pará

    Segundo Lucianna Jardim, "a castanha-do-Pará é rica em selênio, poderoso antioxidante no combate aos radicais livres, que também turbina o sistema imunológico. Consumir uma ou duas por dia é suficiente para suprir as necessidades diárias de selênio".


  • 7. Batata yacon

    De acordo com a nutricionista, "a batata yacon contém frutooligossacarídeos (FOS) importantes para a saúde intestinal, e consequentemente, para imunidade".
  • 8. Iogurte natural

    "O iogurte natural é rico em lactobacilos com propriedades probióticas, que melhoram a flora intestinal e fortalecem o sistema imunológico. O alimento também ajuda no controle do sobrepeso e obesidade", explica Lucianna.

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  • 9. Vegetais verde-escuros

    "Brócolis, couve, couve de Bruxelas, rúcula e espinafre são fontes importantes de ácido fólico e vitaminas A, B6 e B12, que possuem papel na maturação das células imunes, ajudando na resistência às infecções", diz a ortomolecular Anna Bordini. A nutricionista Lucianna Jardim completa: "Estes alimentos também são ricos em ácido fólico, nutriente que participa da formação de glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo".
  • 10. Frutas cítricas

    "Laranja, acerola, limão, kiwi, e morango são ricas em vitamina C, antioxidantes, fibras, flavonóides e propriedades antiinflamatórias. As frutas cítricas aumentam a imunidade são importantes para a prevenção do câncer e doenças cardiovasculares", diz Lucianna Jardim.
Fonte: GNT Bem Estar


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Essas são as 4 regras de ouro da prevenção do câncer de mama

É unanimidade: quanto mais cedo se descobre uma doença, maior as chances de cura. Entretanto, o grande desejo da comunidade médica é estar à frente: intervir ainda mais precocemente, de modo a impedir o surgimento do tumor. Cientistas do Fundo Mundial para Pesquisa do Câncer (WCRF, na sigla em inglês) e do Instituto Americano para Pesquisa do Câncer (AICR) calculam que pelo menos 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados.

As duas instituições mantêm um grupo de experts que periodicamente revisa estudos sobre a relação do estilo de vida com o desenvolvimento de um nódulo maligno no seio. Em 2010, o grupo publicou o primeiro relatório com foco na prevenção do câncer de mama. Em maio deste ano, foi lançado o segundo, que avaliou 119 estudos, abrangendo 12 milhões de mulheres ao redor do mundo.

"Não há garantias quando o assunto é câncer”, disse a nutricionista Alice Bender, do AICR, no evento. "Mas é empoderador saber que se pode fazer algo para a proteção.” A conclusão aponta quatro estratégias principais para diminuir o risco:


Intensificar o treino

Ser fisicamente ativo já reduz o perigo. O relatório destaca que caminhar depressa, correr ou pedalar rápido na bicicleta diminui em 17% o risco de ter a doença antes da menopausa e em 10% depois. A caminhada moderada e a hidroginástica leve são benéficas sobretudo após a menopausa, quando a maioria dos tumores de mama aparece. "Uma vez tratado o câncer, as que aderem a um programa bem planejado ficam menos sujeitas ao retorno da doença”, afirma o oncologista Max Mano, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Ele lembra que quem nunca treinou deve procurar a ajuda de um educador físico.

Manter um peso saudável

Evitar a obesidade ao longo da vida e especialmente na pós-menopausa é essencial. O excesso de peso aumenta o risco de vários tipos de câncer e também de diabetes e problemas cardíacos. "Os depósitos de gordura produzem estrogênio, que favorece o crescimento dos tumores”, explica Antônio Luiz Frasson, presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia. Esse cuidado é ainda mais relevante para quem já teve a doença. Uma forma rápida de checar se o seu peso está de acordo é medir a circunferência da cintura. Ela deve ficar abaixo de 88 centímetros.

Limitar o consumo de álcool


Apesar de ser considerado bom para o coração, beber meia taça de vinho por dia eleva o risco na pós-menopausa e possivelmente na pré-menopausa. O drinque-padrão fornece 14 gramas de álcool em 100 mililitros. E bastam 10 gramas de álcool diários para causar problemas. "Ele é metabolizado no fígado e também na mama”, afirma Max Mano. "O consumo rotineiro produz danos ao DNA e pode desencadear a sequência de eventos que conduzem ao câncer.” Há evidências claras de que a bebida esteja ligada a diversos tumores e seja ainda mais nociva para as mulheres.

Melhorar a dieta

Vários estudos analisados mostravam que alimentos ricos em carotenoides (espinafre, couve, brócolis, cenoura, damasco), fibras (frutas, verduras e grãos) e cálcio (laticínios) abaixam o risco de ter câncer de mama. O relatório afirma, porém, que as conclusões desses trabalhos não são definitivas. Portanto, essa recomendação tem peso menor do que as outras três. Mas Frasson faz uma ressalva: vale a pena consumir mais frutas e vegetais pelos benefícios gerais à saúde e pelo auxílio no controle de peso. Ele orienta, ainda, a limitar a ingestão de carne vermelha e de processados, como bacon e presunto.

Fonte: Oncoguia / Cláudia



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Mulher cura câncer de mama terminal com óleo de cannabis



Ela recebeu o diagnóstico de câncer terminal e decidiu não fazer quimioterapia, tratamento recomendado para tratar o problema. Dee Mani, 44 anos, porém conseguiu combater o câncer de mama agressivo usando óleo de cannabis diariamente. As informações foram divulgadas pelo jornal Daily Mail.  


Médicos alertaram Dee que ela teria apenas cinco meses de vida. Mesmo assim, ela optou pelo tratamento alternativo. O uso do óleo não provoca qualquer tipo de alucinação, e não há  provas científicas sobre a ação da substância no tratamento contra o câncer.
Dee mora em Cabo Verde e contou ao jornal que além da ingestão do óleo, mudou completamente a dieta e começou a praticar meditação. “Quando encontrei esse tratamento, passei a tomar uma gota do óleo todas as noites”, afirmou. “Além de curar meu câncer, melhorou meu sono, alergia e dores nas costas”, concluiu.

Fonte: R7 Saúde

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